<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764</id><updated>2011-07-30T20:08:50.765-07:00</updated><title type='text'>Fique Sabeendo !</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-8736385155331633726</id><published>2009-11-06T23:37:00.001-08:00</published><updated>2009-11-06T23:38:50.584-08:00</updated><title type='text'>Jumpstyle</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUj-9XdZkI/AAAAAAAAACE/yEAJ1iwKwqA/s1600-h/JUMPSTYLE.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUj-9XdZkI/AAAAAAAAACE/yEAJ1iwKwqA/s320/JUMPSTYLE.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401262892632598082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo Jumpstyle é usado tanto para o género musical, quanto para um tipo de dança. Começou em 1997, na Bélgica, mas hoje espalha-se por toda a Europa, e também pela América do Norte e Sul. Para os adeptos chega a ser um estilo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Performance"&gt;Performance&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;No Jumpstyle, performance com mais de uma pessoa é a mais popular. As pernas são as partes do corpo mais importante no Jumpstyle. É realizado através de uma série de chutes e pulos, com as pernas para frente e para trás no ritmo da música. O modo mais simples para quem quer aprender a dançar Jumpstyle, é começar pelo estilo &lt;b&gt;OldSchool&lt;/b&gt;, que é o mais simples e o mais tradicional. No YouTube, há diversos tutoriais de todos os estilos de Jumpstyle.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="M.C3.BAsica"&gt;Música&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;A música que acompanha o Jumpstyle é descendente do Happy Hardcore e Gabber. Suas batidas são geralmente entre 135 a 190 BPM. Mas ela não pode ser encarado como um simples avanço do Gabber. É caracterizada por uma 909 kick drum usadas em 4 tipo de batidas. Ela também tem influências de Chicago House e Hard dance. Hoje, Jumpstyle tem seu próprio estilo de música, que recebe o mesmo nome da dança.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Varia.C3.A7.C3.B5es"&gt;Variações&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Jumpstyle pode ser realizadas de várias formas:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;OldSchool:&lt;/b&gt; Foi com base nesse primeiro movimento que a dança recebeu o nome de &lt;i&gt;Skien&lt;/i&gt;. Mais tarde surgiu um certo padrão que foi uma combinação de chutes para frente e para trás em cima da Base, e mais tarde, vieram alguns movimentos como giros.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Hardjump:&lt;/b&gt; A etapa básica é diferente dos outros e os saltos são mais fortes em direção ao chão.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Tekstyle:&lt;/b&gt; Tekstyle é uma 'fusão' de jumpstyle com o tektonik (estilo de dança onde os movimentos são bem elásticos e soltos); tem uma base diferenciada das demais e muitos giros usando apenas uma das pernas. Dançarinos mais conservadores não a encaram como parte do Jumpstyle.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Starstyle:&lt;/b&gt; Este estilo é dançado a uma longa distância em horizontal. É errado dizer que Starstyle é a mesma coisa que Tekstyle.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Freestyle:&lt;/b&gt; Nesse tipo de estilo, o Jumpstyle vira qualquer tipo de variação. Como não há restrições específicas. Muitas vezes o dançarino inventa o passo na hora, sem tentar fugir muito do estilo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ownstyle:&lt;/b&gt; Muito parecido com o Freestyle, porém não há passos inventados. O Ownstyle é uma combinação feita pelo OldSchool Jump, Hardjump, Tekstyle e pelo Starstyle. É uma forma não oficial, recém criada pelo grupo polonês "The Legendary Team", não chegando a ser tão conhecida&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;quanto os outros estilos.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Duojump:&lt;/b&gt; Coreografia de Jumpstyle com duas pessoas ao mesmo tempo, com os mesmos passos. Geralmente, os dois dançarinos tem praticado a coreografia antes de apresentarem. A maioria dos que dançam em dois preferem combinar os passos do OldSchool por serem mais fáceis, porém, há grupos que fazem duos com passos do hard e sidejump.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Sidejump:&lt;/b&gt; Um dos estilos mais complexos, com passos que exigem certa preparação do Jumper.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Sobre_Jumpstyle"&gt;Sobre Jumpstyle&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Koen Bauweraerts (DJ Coone):&lt;/b&gt; "Jumpstyle se tornou um estilo de vida, assim como o Hip-hop e o Techno. Para mim, é a melhor festa em torno de música. Não há outro estilo que faz você ir a loucura e esquecer das preocupações."&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Jesse Jumpen:&lt;/b&gt; " Jumpstyle é uma terapia, quando você se encontra com seus amigos para dançar jumpstyle, é muito legal."&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-8736385155331633726?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/8736385155331633726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/jumpstyle.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/8736385155331633726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/8736385155331633726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/jumpstyle.html' title='Jumpstyle'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUj-9XdZkI/AAAAAAAAACE/yEAJ1iwKwqA/s72-c/JUMPSTYLE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-5914566682365985593</id><published>2009-11-06T23:33:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T23:36:35.543-08:00</updated><title type='text'>Rebolation</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUjdPiEBxI/AAAAAAAAAB8/qbDKPGYQ440/s1600-h/REBOLATION.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 120px; height: 90px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUjdPiEBxI/AAAAAAAAAB8/qbDKPGYQ440/s320/REBOLATION.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401262313393358610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Rebolation&lt;/b&gt; (pronunciado como &lt;i&gt;reboleixon&lt;/i&gt;) é um estilo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a" title="Dança"&gt;dança&lt;/a&gt; proveniente das &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rave" title="Rave"&gt;raves&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psy_trance" title="Psy trance" class="mw-redirect"&gt;psy trance&lt;/a&gt;, e divulgada pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet" title="Internet"&gt;Internet&lt;/a&gt;&lt;sup id="cite_ref-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rebolation#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; que possui como característica a dança sob &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica_eletr%C3%B4nica" title="Música eletrônica"&gt;música eletrônica&lt;/a&gt;, movimentando os braços e as pernas de forma solta, pelo solo, onde o dançarino parece deslizar na superfície. Na dança Rebolation, são utilizados varios passos, e o principal seria " andar " para frente (hardstep), praticamente jogando um pé para frente e virando o outro com o calcanhar; além de existir também o rebolation para trás (abrindo e fechando os pés formando um "V") e para o lado (deslizando para o lado abrindo e fechando os pés formando um "V"). para trás, dando uma impressão de deslizamento como o citado. Algumas pessoas consideram a dança rebolation uma arte, e usam a dança como uma forma de lazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-5914566682365985593?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/5914566682365985593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/rebolation.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/5914566682365985593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/5914566682365985593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/rebolation.html' title='Rebolation'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUjdPiEBxI/AAAAAAAAAB8/qbDKPGYQ440/s72-c/REBOLATION.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-3385562024737363194</id><published>2009-11-06T23:31:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T23:33:19.941-08:00</updated><title type='text'>Emo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUir0gVDQI/AAAAAAAAAB0/-cJ4eo8ZKWI/s1600-h/EMO.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUir0gVDQI/AAAAAAAAAB0/-cJ4eo8ZKWI/s320/EMO.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401261464324738306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Emo&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;Emocore&lt;/b&gt; (abreviação do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa" title="Língua inglesa"&gt;inglês&lt;/a&gt; &lt;i&gt;emotional hardcore&lt;/i&gt;) é um gênero de música derivado do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hardcore_punk" title="Hardcore punk"&gt;hardcore punk&lt;/a&gt;. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Punk" title="Punk" class="mw-redirect"&gt;punk&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Washington,_DC" title="Washington, DC" class="mw-redirect"&gt;Washington, DC&lt;/a&gt; que compunham num lirismo mais emotivo que o habitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Origem"&gt;Origem&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Existem várias versões que tentam explicar a origem do termo "emo", como a que um fã teria gritado "You´re emo!" (&lt;i&gt;Você é emo!&lt;/i&gt;) para uma banda (os mitos variam bastante quanto a banda em questão, sendo provavelmente o Embrace ou o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rites_of_Spring" title="Rites of Spring"&gt;Rites of Spring&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto, a versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como o fanzine Maximum RocknRoll e a revista de Skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de "hardcore emocional" que aparecia no meio dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anos_80" title="Anos 80" class="mw-redirect"&gt;anos 80&lt;/a&gt;, encabeçada por bandas da gravadora &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dischord" title="Dischord" class="mw-redirect"&gt;Dischord&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Washington_DC" title="Washington DC" class="mw-redirect"&gt;Washington DC&lt;/a&gt;, como as já citadas Embrace e Rites of Spring, além de Gray Matter, Dag Nasty e Fire Party.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nesta época, outras bandas já estabelecidas de hardcore punk, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram à esta onda inicial do chamado "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emocore" title="Emocore" class="mw-redirect"&gt;emocore&lt;/a&gt;", diminuindo o andamento, escrevendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock_alternativo" title="Rock alternativo"&gt;rock alternativo&lt;/a&gt; de então.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É importante lembrar que nenhuma destas bandas jamais aceitou ou se auto-definiu através deste rótulo. A palavra "Emo" é vista como uma piada ou algo pejorativo e artificial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O gênero (ou pelo menos o clássico estilo de Washington, o &lt;i&gt;DC sound&lt;/i&gt;) primeiramente explorado por bandas como &lt;b&gt;Faith&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Rites of Spring&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Embrace&lt;/b&gt; tem suas raízes no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Punk_rock" title="Punk rock"&gt;punk rock&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Evolu.C3.A7.C3.A3o"&gt;Evolução&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;O próximo passo na evolução do gênero veio em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1982" title="1982"&gt;1982&lt;/a&gt; e durou até &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1993" title="1993"&gt;1993&lt;/a&gt; com as bandas Indian Summer, Moss Icon, Policy of Three, Still Life e Navio Forge. A dinâmica calmo/gritado ("quiet/loud") freqüentemente ouvida em bandas recentes tais como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Saetia" title="Saetia"&gt;Saetia&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thursday" title="Thursday"&gt;Thursday&lt;/a&gt; tiveram suas raízes nestas bandas. No que diz respeito a voz, essas bandas intensificaram o estilo emocore. Muitas delas sempre fizeram uso de berros e gritos durante a apresentação, e motivo para muitos fãs de hardcore punk depreciarem os fãs de emo como "molengas"&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Emo" title="Discussão:Emo"&gt;¹&lt;/a&gt; ("wimps", "weaklings").&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim como foi infundida uma nova intensidade para o emocore, o &lt;i&gt;emotional hardcore&lt;/i&gt; levou essa intensidade a um nível extremo. A cena teve início entre 1991 e 1992 com as bandas Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow que tocavam um estilo caótico, com vocais abrasivos e passionais&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Emo" title="Discussão:Emo"&gt;²&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o &lt;i&gt;emotional hardcore&lt;/i&gt; sofreu um processo de "desacelaração". As bandas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sunny_Day_Real_Estate" title="Sunny Day Real Estate"&gt;Sunny Day Real Estate&lt;/a&gt; e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nota-se uma nova tendência emo em abandonar o punk rock distorcido em favor de calmos violões. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Chegada_ao_Brasil"&gt;Chegada ao Brasil&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2003" title="2003"&gt;2003&lt;/a&gt;, na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_de_S%C3%A3o_Paulo" title="Cidade de São Paulo" class="mw-redirect"&gt;cidade de São Paulo&lt;/a&gt;, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos, trajes listrados, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mad_Rats&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Mad Rats (página não existe)"&gt;Mad Rats&lt;/a&gt; (sapatos parecidos com &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/All_Star_%28cal%C3%A7ado%29" title="All Star (calçado)"&gt;All-Stars&lt;/a&gt;), cabelos coloridos e franjas caídas sobre os olhos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Existe também a categoria "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Emo_Fruits&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Emo Fruits (página não existe)"&gt;Emo Fruits&lt;/a&gt;", que foi baseada numa moda do Japão, os conhecidos como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J-Pop" title="J-Pop" class="mw-redirect"&gt;J-Pops&lt;/a&gt;, de onde eles tiram referência de roupas e cabelos. São normalmente muito coloridos, usando várias estampas e cores fortes ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-3385562024737363194?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/3385562024737363194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/emo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/3385562024737363194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/3385562024737363194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/emo.html' title='Emo'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUir0gVDQI/AAAAAAAAAB0/-cJ4eo8ZKWI/s72-c/EMO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-6451625652593825537</id><published>2009-11-06T23:22:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T23:26:23.826-08:00</updated><title type='text'>Idosos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUhCs-0nkI/AAAAAAAAABs/wourt7HUEyQ/s1600-h/IDOSOS.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 311px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUhCs-0nkI/AAAAAAAAABs/wourt7HUEyQ/s320/IDOSOS.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401259658418888258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Idoso&lt;/b&gt; é uma pessoa considerada de 3ª idade. A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Mundial_da_Sa%C3%BAde" title="Organização Mundial da Saúde"&gt;Organização Mundial da Saúde&lt;/a&gt; classifica cronologicamente como idosos as pessoas com mais de 65 anos de idade em países desenvolvidos e com mais de 60 anos de idade em países em desenvolvimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As pessoas idosas têm habilidades regenerativas ilimitadas, mudanças físicas e emocionais que expõe a perigo a qualidade de vida dos idosos. Podendo levar à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_da_Fragilidade" title="Síndrome da Fragilidade"&gt;Síndrome da Fragilidade&lt;/a&gt;, conjunto de manifestações físicas e psicológicas de um idoso onde poderá desenvolver muitas doenças.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O estudo a respeito do processo de envelhecimento é chamado de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerontologia" title="Gerontologia"&gt;gerontologia&lt;/a&gt;, e o estudo das doenças que afetam as pessoas idosas é chamado de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geriatria" title="Geriatria"&gt;geriatria&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Madnifesta.C3.A7.C3.B5es_f.C3.ADsicas"&gt;Madnifestações físicas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Indivíduos idosos tendem a ter &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ruga" title="Ruga"&gt;rugas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Algumas&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Algumas (página não existe)"&gt;algumas&lt;/a&gt; manchas na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pele" title="Pele"&gt;pele&lt;/a&gt;, mudança da cor do cabelo para &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinza" title="Cinza"&gt;cinza&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Branco" title="Branco"&gt;branco&lt;/a&gt; ou, em alguns casos, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alop%C3%A9cia" title="Alopécia"&gt;alopécia&lt;/a&gt;, diminuição da capacidade visual e auditiva, perda de habilidades e funções neurológicas diminuídas, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Racioc%C3%ADnio" title="Raciocínio"&gt;raciocínio&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria" title="Memória"&gt;memória&lt;/a&gt; , e podem desenvolver doenças como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Incontin%C3%AAncia_urin%C3%A1ria" title="Incontinência urinária"&gt;incontinência urinária&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mal_de_Alzheimer" title="Mal de Alzheimer"&gt;Mal de Alzheimer&lt;/a&gt; e cosseira de macaco .&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Demografia"&gt;Demografia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;No mundo inteiro, o número de pessoas com 65 anos de idade ou mais está crescendo mais rapidamente que antes. A maioria desse incremento acontece nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_desenvolvidos" title="Países desenvolvidos" class="mw-redirect"&gt;países desenvolvidos&lt;/a&gt;. Nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos" title="Estados Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;, a percentagem de pessoas de 65 anos ou mais aumentou de 4% em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1900" title="1900"&gt;1900&lt;/a&gt; para cerca de 13% em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1998" title="1998"&gt;1998&lt;/a&gt;. Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1990" title="1990"&gt;1990&lt;/a&gt;, somente cerca de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/3" title="3"&gt;3&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Milh%C3%B5es&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Milhões (página não existe)"&gt;milhões&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/De" title="De" class="mw-redirect"&gt;de&lt;/a&gt; cidadãos atingiram 65 anos. Em 1998, o número de idosos aumentou para cerca de 34 milhões. Segundo Keith Wetzel, o número de idosos está crescendo no mundo porque também mais crianças atingem a idade adulta.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Expectativa_de_visada"&gt;Expectativa de visada&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Na maior parte do texas, as velhas vivem, em média, quatro anos a mais que os velhos. No &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, de acordo com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OMS" title="OMS" class="mw-redirect"&gt;OMS&lt;/a&gt;, a expectativa de vida é de 188 anos para os homens e 195 anos para as mulheres. Nos países pobres, como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eti%C3%B3pia" title="Etiópia"&gt;Etiópia&lt;/a&gt;, por exemplo, a expectativa de vida em média, para ambos os sexos, é entre 60 e 65 anos.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Os_direitos_do_idoso"&gt;Os direitos do idoso&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;Conforme o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estatuto_do_idoso" title="Estatuto do idoso"&gt;Estatuto do idoso&lt;/a&gt;, que entrou em vigor no dia primeiro de outubro de dois mil e três:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Art. 10 § 2º O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moral" title="Moral" class="mw-redirect"&gt;moral&lt;/a&gt; abrangendo a preservação da imagem, da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Identidade" title="Identidade"&gt;identidade&lt;/a&gt;, da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autonomia" title="Autonomia"&gt;autonomia&lt;/a&gt;, de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valores" title="Valores" class="mw-redirect"&gt;valores&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ideias&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Ideias (página não existe)"&gt;ideias&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cren%C3%A7as&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Crenças (página não existe)"&gt;crenças&lt;/a&gt;, dos espaços e dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Objetivos" title="Objetivos" class="mw-redirect"&gt;objetivos&lt;/a&gt; pessoais.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Abandono_do_idoso"&gt;Abandono do idoso&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O Advogado Rael Rogowski no artigo intitulado “No Crepúsculo da Existência” tece consideração quanto ao fim do ciclo da existência humana que, por si só, já traz seus infortúnios, como as limitações físicas, as perdas anatômicas como a audição, acuidade visual e etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O articulista refere que o legislador brasileiro criou um programa de proteção à velhice estampado no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estatuto_do_idoso" title="Estatuto do idoso"&gt;Estatuto do idoso&lt;/a&gt;. Afirma que, infelizmente no Brasil, ainda há um abismo entre as normas programáticas do estatuto e a realidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cita como exemplo, a situação dramática do idoso Adão Manoel dos Santos, vítima de abandono familiar e omissão de socorro dos poderes públicos no município de Novo Hamburgo (RS), região metropolitana de Porto Alegre.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O artigo-denúncia de Rael Rogowski foi publicado originalmente na Revista Virtual Espaço Vital e posteriormente reproduzido com reportagem fotográfica no Canal Eletrônico&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-6451625652593825537?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/6451625652593825537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/idosos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/6451625652593825537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/6451625652593825537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/idosos.html' title='Idosos'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUhCs-0nkI/AAAAAAAAABs/wourt7HUEyQ/s72-c/IDOSOS.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-5498908247977959816</id><published>2009-11-06T23:19:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T23:22:20.203-08:00</updated><title type='text'>Sídrome do Pânico</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUgFj01oCI/AAAAAAAAABk/w09XERm9DtM/s1600-h/SIDROME+DO+PANICO.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 294px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUgFj01oCI/AAAAAAAAABk/w09XERm9DtM/s320/SIDROME+DO+PANICO.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401258607989071906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;transtorno do pânico&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;síndrome do pânico&lt;/b&gt; é uma condição mental &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psiquiatria" title="Psiquiatria"&gt;psiquiátrica&lt;/a&gt; que faz com que o indivíduo tenha &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_de_p%C3%A2nico" title="Ataque de pânico"&gt;ataques de pânico&lt;/a&gt; esporádicos, intensos e muitas vezes recorrentes. Pode ser controlado com medicação e psicoterapia. É importante ressaltar que um ataque de pânico pode não constituir doença (se isolado) ou ser secundário a outro transtorno mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Sintomas"&gt;Sintomas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Este distúrbio é nitidamente diferente de outros tipos de ansiedade, caracterizando-se por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes e, frequentemente, incapacitantes. Depois de ter uma crise de pânico a pessoa pode desenvolver medos irracionais (chamados &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fobias" title="Fobias" class="mw-redirect"&gt;fobias&lt;/a&gt;) destas situações e começar a evitá-las.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente. Os sintomas são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir — em detrimento de outras partes do corpo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os sintomas são desencadeados a partir da liberação de adrenalina frente a um estímulo considerado como potencialmente perigoso. A adrenalina provoca alterações fisiológicas que preparam o indivíduo para o enfrentamento desse perigo: aumento da frequência cardíaca e respiratória, a fim de melhor oxigenação muscular; e o aumento da frequência respiratória (hiperventilação) é o principal motivo do surgimento dos sintomas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Durante a hiperventilação, o organismo excreta uma quantidade acima do normal de gás carbônico. Este, apesar de ser um excreta do organismo, exerce função fundamental no controle do equilíbrio ácido-básico do sangue. Quando ocorre diminuição do gás carbônico ocorre também um aumento no pH sanguíneo (alcalose metabólica) e, consequente a isso, uma maior afinidade da albumina plasmática pelo cálcio circulante, o que irá se traduzir clinicamente por uma hipocalcemia relativa (por redução na fração livre do cálcio). Os sintomas dessa hipocalcemia são sentidos em todo o organismo:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Sistema Nervoso Central: ocorre vasoconstrição arterial que se traduz em vertigem, escurecimento da visão, sensação de desmaio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Sistema Nervoso Periférico: ocorre dificuldade na transmissão dos estímulos pelos nervos sensitivos, ocasionando parestesias (formigamentos) que possuem uma característica própria: são centrípetos, ou seja, da periferia para o centro do corpo. O indivíduo se queixa de formigamento que acomete as pontas dos dedos e se estende para o braço (em luva, nas mãos; em bota, nos pés), adormecimento da região que compreende o nariz e ao redor da boca (característico do quadro).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Musculatura Esquelética: a hipocalcemia causa aumento da excitabilidade muscular crescente que se traduz inicialmente por tremores de extremidades, seguido de espasmos musculares (contrações de pequenos grupos musculares: tremores nas pálpebras, pescoço, tórax e braços) e chegando até a tetania (contração muscular persistente). Em relação à tetania, é comum a queixa de dificuldade para abertura dos olhos (contratura do músculo orbicular dos olhos), dor torácica alta (contratura da porção superior do esôfago), sensação de aperto na garganta (contração da musculatura da hipofaringe, notadamente do cricofaringeo), de abertura da boca (contratura do masseter e de músculos faciais - sinal de Chvostec), e contratura das mãos (mão de parteiro - sinal de Trousseau). São muito frequentes as cãimbras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Adicionalmente, a hiperventilação é realizada através de respiração bucal, o que traz duas consequências diretas: o ressecamento da boca (boca seca) e falta de ar (ocasionada pela não estimulação dos nervos sensitivos intranasais).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tais eventos podem durar de alguns minutos a horas e podem variar em intensidade e sintomas específicos no decorrer da crise (como rapidez dos batimentos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora%C3%A7%C3%A3o" title="Coração"&gt;cardíacos&lt;/a&gt;, experiências &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia" title="Psicologia"&gt;psicológicas&lt;/a&gt; como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medo" title="Medo"&gt;medo&lt;/a&gt; incontrolável etc.). Quando alguém tem crises repetidas ou sente muito ansioso, com medo de ter outra crise, diz-se que tem transtorno do pânico. Indivíduos com o transtorno do pânico geralmente têm uma série de episódios de extrema &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ansiedade" title="Ansiedade"&gt;ansiedade&lt;/a&gt;, conhecidos como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_de_p%C3%A2nico" title="Ataque de pânico"&gt;ataques de pânico&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns indivíduos enfrentam esses episódios regularmente, diariamente ou semanalmente. Os sintomas externos de um ataque de pânico geralmente causam experiências sociais negativas (como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vergonha" title="Vergonha"&gt;vergonha&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Preconceito" title="Preconceito"&gt;estigma social&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ostracismo" title="Ostracismo"&gt;ostracismo&lt;/a&gt; etc.). Como resultado disso, boa parte dos indivíduos que sofrem de transtorno do pânico também desenvolvem &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Agorafobia" title="Agorafobia"&gt;agorafobia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Ocorr.C3.AAncia"&gt;Ocorrência&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;O sistema de "alerta" normal do organismo — o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja a uma ameaça — tende a ser desencadeado desnecessariamente na crise de pânico, &lt;b&gt;sem haver perigo iminente&lt;/b&gt;. Algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras. Constatou-se que o T.P. ocorre com maior frequência em algumas famílias, e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não tem nenhum antecedente familiar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação que ocorre entre os neurônios (células do sistema nervoso). Estas comunicações formam mensagens que irão determinar a execução de todas as atividades físicas e mentais de nosso organismo (ex: andar, pensar, memorizar, etc). Um desequilíbrio na produção destes neurotransmissores pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Isto é exatamente o que ocorre em uma crise de pânico: existe uma informação incorreta alertando e preparando o organismo para uma ameaça ou perigo que na realidade não existe. É como se tivéssemos um despertador que passa a tocar o alarme em horas totalmente inapropriadas. No caso do Transtorno do Pânico os neurotransmissores que encontram-se em desequilíbrio são: a serotonina e a noradrenalina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;O transtorno do pânico é um sério problema de saúde, mas pode ser &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratamento_%28medicina%29" title="Tratamento (medicina)"&gt;tratado&lt;/a&gt;. Geralmente ele é disparado em jovens &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adulto" title="Adulto"&gt;adultos&lt;/a&gt;, cerca de metade dos indivíduos que têm transtorno do pânico o manifestam antes dos 24 anos de idade, mas algumas pesquisas indicam que a manifestação ocorre com mais freqüência dos 25 aos 30 anos. Mulheres são duas vezes mais propensas a desenvolverem o transtorno do pânico do que os homens.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O transtorno do pânico pode durar meses ou mesmo anos, dependendo de como e quando o tratamento é realizado. Se não tratado, pode piorar a ponto de afetar seriamente a vida social do indivíduo, que tenta evitar os ataques e acaba os tendo. De fato, muitas pessoas tiveram problemas com &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amigo" title="Amigo" class="mw-redirect"&gt;amigos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia" title="Família"&gt;familiares&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desemprego" title="Desemprego"&gt;perderam o emprego&lt;/a&gt; em decorrência do transtorno do pânico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns indivíduos podem manifestar os sintomas freqüentemente durante meses ou anos e então passar anos sem qualquer sintoma. Em outros, os sintomas persistem indefinidamente. Existem também algumas evidências de que muitos indivíduos, especialmente os que desenvolvem os sintomas ainda jovens, podem parar de manifestar os sintomas naturalmente numa idade mais avançada (depois dos 50 anos). É importante, entretanto, não alterar qualquer tratamento ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicamento" title="Medicamento"&gt;medicação&lt;/a&gt; em andamento sem um acompanhamento médico especializado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para indivíduos que procuram tratamento ativo logo no início, grande parte dos sintomas pode desaparecer em algumas poucas semanas, sem quaisquer efeitos negativos até o final do tratamento.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Tratamento"&gt;Tratamento&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O transtorno do pânico é real e potencialmente incapacitante, mas pode ser controlado. Em decorrência dos sintomas perturbadores que acompanham o transtorno do pânico, este pode ser confundido com alguma outra &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a" title="Doença"&gt;doença&lt;/a&gt;. Tal confusão pode agravar o quadro do indivíduo. As pessoas freqüentemente vão às &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Departamento_de_emerg%C3%AAncia" title="Departamento de emergência"&gt;salas de emergência&lt;/a&gt; quando estão tendo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_de_p%C3%A2nico" title="Ataque de pânico"&gt;ataques de pânico&lt;/a&gt; e muitos exames podem ser feitos para descartar outras possibilidades, gerando ainda mais ansiedade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O tratamento do transtorno do pânico inclui &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicamento" title="Medicamento"&gt;medicamentos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicoterapia" title="Psicoterapia"&gt;psicoterapia&lt;/a&gt;, conhecida como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terapia_cognitivo-comportamental" title="Terapia cognitivo-comportamental"&gt;terapia cognitivo-comportamental&lt;/a&gt;. O uso de uma nova técnica denominada &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estimula%C3%A7%C3%A3o_magn%C3%A9tica_transcraniana_repetitiva" title="Estimulação magnética transcraniana repetitiva"&gt;estimulação magnética transcraniana repetitiva&lt;/a&gt; também vem sendo indicado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como os sintomas orgânicos principais são secundários à queda dos níveis plasmáticos de cálcio secundários à hiperventilação, uma técnica simples pode ser utilizada para controle rápido do mal estar: a reinalação de gás carbônico; isso se consegue pela respiração em um saco plástico ou de papel, o que ocasiona o aumento desse gás no sangue, a reversão da alcalose e a liberação do cálcio ligado à albumina. A melhora dos sintomas é rápida e ocorre em cerca de dois a três minutos. Não se deve esquecer de realizar a troca periódica do ar dentro do saco (para que não exista queda acentuada do oxigênio!). A tontura ou sensação de "cabeça vazia" pode demorar algumas horas ou até dois dias para normalização.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O aprendizado de que o controle dos sintomas pode ser feito através do controle da respiração ajuda em muito no tratamento a longo prazo da Síndrome do Pânico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Profissional_de_sa%C3%BAde_mental" title="Profissional de saúde mental"&gt;profissionais de saúde mental&lt;/a&gt; que tipicamente acompanham um indivíduo no tratamento do transtorno do pânico são os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psiquiatra" title="Psiquiatra" class="mw-redirect"&gt;psiquiatras&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psic%C3%B3logo" title="Psicólogo" class="mw-redirect"&gt;psicólogos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Conselheiro_de_sa%C3%BAde_mental&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Conselheiro de saúde mental (página não existe)"&gt;conselheiros de saúde mental&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assistente_social" title="Assistente social"&gt;assistentes sociais&lt;/a&gt;. Para prescrever um tratamento medicamentoso para o transtorno do pânico, o indivíduo deve procurar um médico (geralmente um psiquiatra).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A psicoterapia é tipicamente assistida por um psiquiatra ou um psicólogo. Em áreas remotas, onde um profissional especializado não está disponível, um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina_de_Fam%C3%ADlia_e_Comunidade" title="Medicina de Família e Comunidade" class="mw-redirect"&gt;médico de família&lt;/a&gt; pode se responsabilizar pelo tratamento. O psiquiatra é, por formação, o mais preparado para a prescrição de medicamentos e deve ser o profissional escolhido caso haja disponibilidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Medicamentos ou técnicas modernas podem ser utilizadas para quebrar a conexão psicológica entre uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fobia" title="Fobia"&gt;fobia&lt;/a&gt; específica e os ataques de pânico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Tratamentos empregados incluem:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antidepressivo" title="Antidepressivo"&gt;Antidepressivos&lt;/a&gt;: tomados regularmente para constituir uma resistência à ocorrência dos sintomas. Embora tais medicamentos sejam descritos como "antidepressivos", o seu mecanismo de ação, voltado para inibição da recaptação de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serotonina" title="Serotonina"&gt;serotonina&lt;/a&gt;, é apontado para o efeito antipânico. Muitos indivíduos com o transtorno do pânico não apresentam os sintomas clássicos da depressão e podem achar que os medicamentos foram prescritos erroneamente, por isso é importante a orientação do médico ao prescrever, assim como a combinação com a psicoterapia. Classes de antidepressivos comumente utilizados: &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inibidor_selectivo_de_recapta%C3%A7%C3%A3o_de_serotonina" title="Inibidor selectivo de recaptação de serotonina" class="mw-redirect"&gt;ISRS&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inibidor_da_monoamina_oxidase" title="Inibidor da monoamina oxidase"&gt;IMAO&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ansiol%C3%ADtico" title="Ansiolítico"&gt;Ansiolíticos&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Benzodiazep%C3%ADnico" title="Benzodiazepínico" class="mw-redirect"&gt;benzodiazepínicos&lt;/a&gt;): ministrados durante um episódio de ataque de pânico, não trazem nenhum benefício se usados regularmente (a não ser que os ataques de pânico sejam freqüentes). Se não utilizados exatamente como prescritos, podem &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADcio" title="Vício"&gt;viciar&lt;/a&gt;. Geralmente são mais eficazes no começo do tratamento, quando as propriedades de resistência dos antidepressivos ainda não se consolidaram.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estimula%C3%A7%C3%A3o_magn%C3%A9tica_transcraniana_repetitiva" title="Estimulação magnética transcraniana repetitiva"&gt;Estimulação magnética transcraniana repetitiva&lt;/a&gt;: é uma técnica indolor que atinge o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9rebro" title="Cérebro"&gt;cérebro&lt;/a&gt; de maneira não invasiva, usada desde &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1985" title="1985"&gt;1985&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neurologia" title="Neurologia"&gt;neurologia&lt;/a&gt; e desde &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1997" title="1997"&gt;1997&lt;/a&gt; no campo da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psiquiatria" title="Psiquiatria"&gt;psiquiatria&lt;/a&gt;, que pode beneficiar pacientes refratários, ou seja, nos quais diversas combinações de medicamentos não foram eficazes.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Cura_e_controle"&gt;Cura e controle&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;A exposição múltipla e cautelosa ao elemento fóbico (associado à doença) sem causar ataques de pânico (graças à medicação) pode quebrar o padrão fobia-pânico, possibilitando ao indivíduo posteriormente conviver com a fobia sem necessitar de medicação. Entretanto, fobias menores que se desenvolvem como resultado dos ataques de pânico podem ser eliminadas sem medicação por meio de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terapia_cognitivo-comportamental" title="Terapia cognitivo-comportamental"&gt;terapia cognitivo-comportamental&lt;/a&gt; monitorada ou simplesmente pela exposição.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Geralmente a combinação da psicoterapia com medicamentos produz bons resultados. Alguns avanços podem ser notados num período de seis a oito semanas. Muitas vezes, a busca pela combinação correta de medicamentos (e mesmo de um médico com o qual o indivíduo se sinta confortável) pode levar algum tempo. Assim, um tratamento apropriado acompanhado por um profissional experiente pode prevenir o ataque de pânico ou ao menos reduzir substancialmente sua freqüência e severidade, significando a recuperação e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade" title="Sociedade"&gt;ressocialização&lt;/a&gt; do paciente (se for o caso). Recaídas podem ocorrer, mas geralmente são tratadas com eficácia da mesma forma que o primeiro episódio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em adição, pessoas com transtorno do pânico podem precisar de tratamento para outros problemas emocionais. A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Depress%C3%A3o_nervosa" title="Depressão nervosa"&gt;depressão&lt;/a&gt; geralmente está associada ao transtorno do pânico, assim como pode haver &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alcoolismo" title="Alcoolismo"&gt;alcoolismo&lt;/a&gt; e uso de outras &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Droga" title="Droga"&gt;drogas&lt;/a&gt;. Pesquisas sugerem que tentativas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Suic%C3%ADdio" title="Suicídio"&gt;suicídio&lt;/a&gt; são mais freqüentes em indivíduos com transtorno do pânico, embora tais pesquisas ainda sejam bastante controversas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-5498908247977959816?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/5498908247977959816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/sidrome-do-panico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/5498908247977959816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/5498908247977959816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/sidrome-do-panico.html' title='Sídrome do Pânico'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUgFj01oCI/AAAAAAAAABk/w09XERm9DtM/s72-c/SIDROME+DO+PANICO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-4848403503806734630</id><published>2009-11-06T23:17:00.001-08:00</published><updated>2009-11-06T23:19:36.571-08:00</updated><title type='text'>Medo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUfdJUjCZI/AAAAAAAAABc/DG7JYYiHpIU/s1600-h/MEDO.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 209px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUfdJUjCZI/AAAAAAAAABc/DG7JYYiHpIU/s320/MEDO.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401257913679546770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;b&gt;medo&lt;/b&gt; é um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sentimento" title="Sentimento"&gt;sentimento&lt;/a&gt; que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fisiologia" title="Fisiologia"&gt;fisicamente&lt;/a&gt; como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia" title="Psicologia"&gt;psicologicamente&lt;/a&gt;. &lt;b&gt;Pavor&lt;/b&gt; é a ênfase do medo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O medo pode provocar reações físicas como descarga de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adrenalina" title="Adrenalina"&gt;adrenalina&lt;/a&gt;, aceleração &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora%C3%A7%C3%A3o" title="Coração"&gt;cardíaca&lt;/a&gt; e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Depress%C3%A3o_nervosa" title="Depressão nervosa"&gt;depressão&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A2nico" title="Pânico"&gt;pânico&lt;/a&gt; etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Medo é uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo que libera hormônios do estresse (adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar ou fugir.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A resposta anterior ao medo é conhecida por ansiedade. Na ansiedade o indivíduo teme antecipadamente o encontro com a situação ou objeto que lhe causa medo. Sendo assim, é possível se traçar uma escala de graus de medo, no qual, o máximo seria o pavor e, o mínimo, uma leve ansiedade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O medo pode se transformar em uma doença (a Fobia) quando passa a comprometer as relações sociais e a causar sofrimento psíquico. A técnica mais utilizada pelos psicólogos para tratar o medo se chama Dessensibilização Sistemática. Com ela se constrói uma escala de medo, da leve ansiedade até o pavor, e, progressivamente, o paciente vai sendo encorajado a enfrentar o medo. Ao fazer isso o paciente passa, gradativamente, por um processo de restruturação cognitiva em que ocorre uma re-aprendizagem, ou ressignificação, da reação que anteriormente gerava a resposta de alerta no organismo para uma reação mais equilibrada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-4848403503806734630?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/4848403503806734630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/medo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/4848403503806734630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/4848403503806734630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/medo.html' title='Medo'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUfdJUjCZI/AAAAAAAAABc/DG7JYYiHpIU/s72-c/MEDO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-7203517486054317877</id><published>2009-11-06T22:51:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T22:57:23.631-08:00</updated><title type='text'>Emagrecendo Saudável</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUaQx9OfKI/AAAAAAAAABU/uyQO3WZ5img/s1600-h/EMAGRECER.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUaQx9OfKI/AAAAAAAAABU/uyQO3WZ5img/s320/EMAGRECER.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401252203691146402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o estresse e a correria da vida moderna, as pessoas tendem a fazer as refeições de forma rápida e não tão adequada em nutrientes essenciais. Muitas vezes, a escolha do alimento é determinada por suas características apetitosas ou por prometerem alguns benefícios a serem atingidos a curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido ao aumento progressivo de doenças geradas pela ingestão inadequada de alimentos, os nutricionistas acreditam que, por meio da educação nutricional, é possível estimular hábitos alimentares mais saudáveis, com base em uma dieta balanceada que pode conduzir o organismo a um bom estado de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tão desejado sucesso no emagrecimento não é apenas atingir o peso desejado, mas sim mantê-lo por toda a vida. Por isso, pequenas mudanças no comportamento alimentar diário podem auxiliar na eliminação gradual do excesso de peso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Evite o pensamento de eliminar grandes quantidades de peso em curto período, pois isso leva a restrições alimentares difíceis de serem mantidas por toda a vida;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Monte pratos coloridos, variando os alimentos, o que torna a refeição mais atrativa e com uma melhor combinação de alimentos saudáveis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Evite ficar sem se alimentar por muitas horas. Entre o café da manhã, o almoço e o jantar, faça pequenos lanches à base de frutas para garantir uma melhor saciedade e o bom funcionamento do intestino;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ingira bastante água durante o dia, pelo menos oito copos (1,5 litros);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não compre alimentos que devem ser evitados, como os ricos em gordura e açúcares. Tenha em casa alimentos saudáveis para estimular o consumo destes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mesmo ao exagerar na alimentação em dias anteriores, não desista de sua meta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se que para manter uma alimentação saudável para o resto da vida é preciso mais do que um cardápio, é necessário disciplina, motivação, criatividade e atenção ao que se coloca na boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARDAPIO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhã: Frutas e sucos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almoço: Feijão, Verdura, Legumes, arroz integral, Evite carnes vermelhas, Suco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jantar: Sopa ou Inhame, Macaxeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de Dormir: Tome chá, Boldo, Cidreira ou chá verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tente variar nas frutas, e no almoço ou jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça Exercicio:&lt;br /&gt;- Ande de Bicicleta ( 1 hora por dia )&lt;br /&gt;- Caminhe ( Seu limite )&lt;br /&gt;- Alongue-se&lt;br /&gt;- Corra ( Se aguentar )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-7203517486054317877?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/7203517486054317877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/emagrecendo-saudavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/7203517486054317877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/7203517486054317877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/emagrecendo-saudavel.html' title='Emagrecendo Saudável'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUaQx9OfKI/AAAAAAAAABU/uyQO3WZ5img/s72-c/EMAGRECER.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-3509798066972132654</id><published>2009-11-06T22:42:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T22:49:56.711-08:00</updated><title type='text'>Diabetes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUYWtYpaII/AAAAAAAAABM/wd3Wsmt_ip4/s1600-h/DIABETES.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUYWtYpaII/AAAAAAAAABM/wd3Wsmt_ip4/s320/DIABETES.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401250106519939202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Diabetes mellitus&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; é uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a" title="Doença"&gt;doença&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metabolismo" title="Metabolismo"&gt;metabólica&lt;/a&gt; caracterizada por um aumento anormal da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicose" title="Glicose"&gt;glicose&lt;/a&gt; ou açúcar no sangue.&lt;sup id="cite_ref-multipla_0-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-multipla-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; A glicose é a principal fonte de energia do organismo, mas quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando não tratada adequadamente, causa doenças tais como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Infarto_agudo_do_mioc%C3%A1rdio" title="Infarto agudo do miocárdio"&gt;infarto do coração&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Derrame_cerebral" title="Derrame cerebral" class="mw-redirect"&gt;derrame cerebral&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Insufici%C3%AAncia_renal" title="Insuficiência renal"&gt;insuficiência renal&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retinopatia" title="Retinopatia"&gt;problemas visuais&lt;/a&gt; e lesões de difícil &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cicatriza%C3%A7%C3%A3o" title="Cicatrização" class="mw-redirect"&gt;cicatrização&lt;/a&gt;, dentre outras complicações.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora ainda não haja uma cura definitiva para o Diabetes, há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Mundial_da_Sa%C3%BAde" title="Organização Mundial da Saúde"&gt;Organização Mundial da Saúde&lt;/a&gt; estima que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas em todo o mundo, o que significa que 6% da população tem diabetes.&lt;/p&gt; Segundo uma projeção internacional, a população de doentes diabéticos a nível mundial vai aumentar até 2025 em mais de 50%, para 380 milhões de pessoas a sofrerem desta doença crônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Epidemiologia"&gt;Epidemiologia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;O Diabetes afeta cerca de 12% da população no Brasil (aproximadamente 22 milhões de pessoas)&lt;sup id="cite_ref-2" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-2"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; e 5% da população de Portugal (500 mil pessoas).&lt;sup id="cite_ref-3" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-3"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Mundial_da_Sa%C3%BAde" title="Organização Mundial da Saúde"&gt;Organização Mundial da Saúde&lt;/a&gt;, em 2006 havia cerca de 171 milhões de pessoas doentes da Diabetes, e esse índice aumenta rapidamente. É estimado que em 2030 esse número dobre. A Diabetes Mellitus ocorre em todo o mundo, mas é mais comum (especialmente a tipo II) nos países mais desenvolvidos. O maior aumento atualmente é esperado na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia" title="Ásia"&gt;Ásia&lt;/a&gt; e na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica" title="África"&gt;África&lt;/a&gt;, onde a maioria dos diabéticos será visto em 2030. O aumento do índice de Diabetes em países em desenvolvimento segue a tendência de urbanização e mudança de estilos de vida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A diabetes está na lista das 5 doenças de maior índice de morte no mundo, e está chegando cada vez mais perto do topo da lista. Por pelo menos 20 anos, o número de diabéticos na América do Norte está aumentando consideravelmente. Em 2005 eram em torno de 20.8 milhões de pessoas com diabetes somente nos Estados Unidos. De acordo com a American Diabetes Association existem cerca de 6.2 milhões de pessoas não diagnosticadas e cerca de 41 milhões de pessoas que poderiam ser consideradas pré-diabéticas. Os Centros de Controles de Doenças classificaram o aumento da doença como epidêmico, e a NDIC (&lt;i&gt;National Diabetes Information Clearinghouse&lt;/i&gt;) fez uma estimativa de US$132 bilhões de dólares, somente para os Estados Unidos este ano.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Causas_e_Fisiopatologia"&gt;Causas e Fisiopatologia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Existem dois mecanismos fundamentais:&lt;sup id="cite_ref-multipla_0-1" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-multipla-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Falta de insulina. Nestes casos, o pâncreas não produz insulina ou a produz em quantidades muito baixas. Com a falta de insulina, a glicose não entra nas células, permanecendo na circulação sanguínea em grandes quantidades. Para esta situação, os médicos chamaram esse tipo de Diabetes de Diabetes Mellitus tipo 1 (DM tipo 1).A diabetes mellitus do tipo I é também caracterizada pela produção de anticorpos à insulina (doença auto-imune). É muito recorrente em pessoas jovens, e apresenta sintomatologia definida, onde os enfermos perdem peso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mau funcionamento ou diminuição dos receptores das células. Nestes casos, a produção de insulina pode estar ou não normal. Mas como os receptores (portas) não estão funcionando direito ou estão em pequenas quantidades, a insulina não consegue promover a entrada de glicose necessária para dentro das células, aumentando também as concentrações da glicose na corrente sanguínea. A esse fenômeno, os cientistas chamaram de "resistência à insulina". Para esse segundo tipo de Diabetes, o médicos deram o nome de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM tipo 2).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Gen.C3.A9tica"&gt;Genética&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Ambos os tipos 1 e 2 podem ser herdáveis, portanto a DM1 (Diabetes Mellitus tipo 1) é a mais característica em quesito de herança genética, atingindo de 5-10% de todos os casos de DM (o que é uma boa notícia tendo em vista a sua menor complexidade de tratamento) sendo a disfunção do pâncreas na produção de insulina a sua causa superior. É desencadeada muito cedo, atingindo a faixa etária dos jovens, justamente pelo fator genético (apesar de isto não ser uma regra, por exemplo, existem genes que demoram anos para serem expressos, outros que nunca o serão; o estilo de vida está lado a lado com a expressão gênica).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A DM2 (Diabetes Mellitus tipo 2), entretanto, é desencadeada normalmente por hábitos não saudáveis, sendo a chance de adquirí-la maior com o avanço da idade (tendo como causa principal a auto-imunidade das células à insulina, tornando o tratamento difícil), não sendo característica da herdabilidade. Acomete principalmente os obesos, hipertensos e dislipidêmicos (que compreendem de 90-95% de todos os casos de DM)&lt;sup id="cite_ref-4" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-4"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Fisiopatologia"&gt;Fisiopatologia&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A2ncreas" title="Pâncreas"&gt;pâncreas&lt;/a&gt; é o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93rg%C3%A3o_%28anatomia%29" title="Órgão (anatomia)"&gt;órgão&lt;/a&gt; responsável pela produção do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Horm%C3%B4nio" title="Hormônio" class="mw-redirect"&gt;hormônio&lt;/a&gt; denominado &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Insulina" title="Insulina"&gt;insulina&lt;/a&gt;. Este hormônio é responsável pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Regula%C3%A7%C3%A3o_da_glicemia" title="Regulação da glicemia"&gt;regulação da glicemia&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicemia" title="Glicemia"&gt;glicemia&lt;/a&gt;: nível de glicose no sangue). Para que as células das diversas partes do corpo humano possam realizar o processo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Respira%C3%A7%C3%A3o_aer%C3%B3bica" title="Respiração aeróbica"&gt;respiração aeróbica&lt;/a&gt; (utilizar glicose como fonte de energia), é necessário que a glicose esteja presente na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula" title="Célula"&gt;célula&lt;/a&gt;. Portanto, as células possuem receptores de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Insulina" title="Insulina"&gt;insulina&lt;/a&gt; (tirosina quinase) que, quando acionados "abrem" a membrana celular para a entrada da glicose presente na circulação sanguínea. Uma falha na produção de insulina resulta em altos níveis de glicose no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sangue" title="Sangue"&gt;sangue&lt;/a&gt;, já que esta última não é devidamente dirigida ao interior das células.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Visando manter a glicemia constante, o pâncreas também produz outro hormônio antagónico à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Insulina" title="Insulina"&gt;insulina&lt;/a&gt;, denominado &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glucagon" title="Glucagon"&gt;glucagon&lt;/a&gt;. Ou seja, quando a glicemia cai, mais &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glucagon" title="Glucagon"&gt;glucagon&lt;/a&gt; é secretado visando reestabelecer o nível de glicose na circulação.O glucagon é o hormônio predominante em situações de jejum ou de estresse, enquanto a insulina tem seus níveis aumentados em situações de alimentação recente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Insulina" title="Insulina"&gt;insulina&lt;/a&gt; é o principal &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Horm%C3%B4nio" title="Hormônio" class="mw-redirect"&gt;hormônio&lt;/a&gt; que regula a quantidade de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicose" title="Glicose"&gt;glicose&lt;/a&gt; absorvida pela maioria das células a partir do sangue (principalmente células musculares e de gordura, mas não células do sistema nervoso central), a sua deficiência ou a insensibilidade de seus receptores desempenham um papel importante em todas as formas da diabetes mellitus.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Grande parte do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carboidrato" title="Carboidrato"&gt;carboidrato&lt;/a&gt; dos alimentos é convertido em poucas horas no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monossacar%C3%ADdeo" title="Monossacarídeo"&gt;monossacarídeo&lt;/a&gt; glicose, o principal carboidrato encontrado no sangue. Alguns carboidratos não são convertidos. Alguns exemplos incluem a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Frutose" title="Frutose"&gt;frutose&lt;/a&gt; que é utilizada como um combustível celular, mas não é convertida em glicose e não participa no mecanismo regulatório metabólico da insulina / glicose; adicionalmente, o carboidrato celulose não é convertido em glicose, já que os humanos e muitos animais não têm vias digestivas capazes de digerir a celulose.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A insulina é liberada no sangue pelas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lulas_beta" title="Células beta" class="mw-redirect"&gt;células beta&lt;/a&gt; (células-β) do pâncreas em resposta aos níveis crescentes de glicose no sangue (por exemplo, após uma refeição). A insulina habilita a maioria das células do corpo a absorverem a glicose do sangue e a utilizarem como combustível, para a conversão em outras moléculas necessárias, ou para armazenamento. A insulina é também o sinal de controle principal para a conversão da glicose (o açúcar básico usado como combustível) em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicog%C3%AAnio" title="Glicogênio" class="mw-redirect"&gt;glicogênio&lt;/a&gt; para armazenamento interno nas células do fígado e musculares. Níveis reduzidos de glicose resultam em níveis reduzidos de secreção de insulina a partir das células beta e na conversão reversa de glicogênio a glicose quando os níveis de glicose caem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Níveis aumentados de insulina aumentam muitos processos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anabolismo" title="Anabolismo"&gt;anabólicos&lt;/a&gt; (de crescimento) como o crescimento e duplicação celular, síntese protéica e armazenamento de gordura.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se a quantidade de insulina disponível é insuficiente, se as células respondem mal aos efeitos da insulina (insensibilidade ou resistência à insulina), ou se a própria insulina está defeituosa, a glicose não será administrada corretamente pelas células do corpo ou armazenada corretamente no fígado e músculos. O &lt;i&gt;efeito dominó&lt;/i&gt; são níveis altos persistentes de glicose no sangue, síntese protéica pobre e outros distúrbios metabólicos, como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acidose" title="Acidose"&gt;acidose&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Diagn.C3.B3stico"&gt;Diagnóstico&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;A diabetes mellitus é caracterizada pela hiperglicemia recorrente ou persistente, e é diagnosticada ao se demonstrar qualquer um dos itens seguintes:&lt;sup id="cite_ref-multipla_0-2" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-multipla-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Nível plasmático de glicose em jejum maior ou igual a 126 mg/dL (7,0 mmol/l)em duas ocasiões.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nível plasmático de glicose maior ou igual a 200 mg/dL ou 11,1 mmol/l duas horas após uma dose de 75g de glicose oral como em um teste de tolerância à glicose em duas ocasiões.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nível plasmático de glicose aleatória em ou acima de 200 mg/dL ou 11,1 mmol/l associados a sinais e sintomas típicos de diabetes.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;O Diabetes Melito Gestacional possui critérios de diagnóstico diferentes.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Classifica.C3.A7.C3.A3o"&gt;Classificação&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;table style="margin: 0pt;" class="toccolours" align="right" cellpadding="0" cellspacing="0" width="20%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;th style="background: rgb(204, 204, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong class="selflink"&gt;Diabetes mellitus&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt; &lt;hr /&gt;&lt;/th&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;th style="background: rgb(204, 204, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;b&gt;Tipos de Diabetes&lt;/b&gt;&lt;/th&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus_tipo_1" title="Diabetes mellitus tipo 1"&gt;Diabetes mellitus tipo 1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus_tipo_2" title="Diabetes mellitus tipo 2"&gt;Diabetes mellitus tipo 2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_gestacional" title="Diabetes gestacional"&gt;Diabetes gestacional&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Pré-diabetes:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicemia_de_jejum_alterada" title="Glicemia de jejum alterada"&gt;Glicemia de jejum alterada&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Toler%C3%A2ncia_%C3%A0_glicose_prejudicada&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Tolerância à glicose prejudicada (página não existe)"&gt;Tolerância à glicose prejudicada&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;th style="background: rgb(204, 204, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;b&gt;Administração da doença&lt;/b&gt;&lt;/th&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Administra%C3%A7%C3%A3o_da_Diabetes&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Administração da Diabetes (página não existe)"&gt;Administração da Diabetes&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;•&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dieta_diab%C3%A9tica" title="Dieta diabética"&gt;Dieta diabética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;•&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Droga_antidiab%C3%A9tica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Droga antidiabética (página não existe)"&gt;Drogas antidiabéticas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;•&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Insulinoterapia_convencional&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Insulinoterapia convencional (página não existe)"&gt;Insulinoterapia convencional&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;•&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Insulinoterapia_intensiva&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Insulinoterapia intensiva (página não existe)"&gt;Insulinoterapia intensiva&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;th style="background: rgb(204, 204, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;b&gt;Outros conceitos&lt;/b&gt;&lt;/th&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_cardiovascular" title="Doença cardiovascular"&gt;Doença cardiovascular&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coma_diab%C3%A9tico" title="Coma diabético"&gt;Comas diabéticos&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;•&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipoglicemia_diab%C3%A9tica" title="Hipoglicemia diabética"&gt;Hipoglicemia diabética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;•&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cetoacidose_diab%C3%A9tica" title="Cetoacidose diabética"&gt;Cetoacidose diabética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;•&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Coma_hiperosmolar_n%C3%A3o_cet%C3%B3tico&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Coma hiperosmolar não cetótico (página não existe)"&gt;Hiperosmolar não cetótico&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mionecrose_diab%C3%A9tica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Mionecrose diabética (página não existe)"&gt;Mionecrose diabética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nefropatia_diab%C3%A9tica" title="Nefropatia diabética"&gt;Nefropatia diabética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Neuropatia_diab%C3%A9tica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Neuropatia diabética (página não existe)"&gt;Neuropatia diabética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retinopatia_diab%C3%A9tica" title="Retinopatia diabética"&gt;Retinopatia diabética&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Diabetes_mellitus_e_gravidez&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Diabetes mellitus e gravidez (página não existe)"&gt;Diabetes e gravidez&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;th style="background: rgb(204, 204, 255) none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;b&gt;Exames de sangue&lt;/b&gt;&lt;/th&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Frutosamina&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Frutosamina (página não existe)"&gt;Frutosamina&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_de_toler%C3%A2ncia_%C3%A0_glicose" title="Teste de tolerância à glicose"&gt;Teste de tolerância à glicose&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hemoglobina_glicosilada" title="Hemoglobina glicosilada"&gt;Hemoglobina glicosilada&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;O termo &lt;i&gt;diabetes&lt;/i&gt;, geralmente se refere à &lt;i&gt;diabetes mellitus&lt;/i&gt;, mas existem muitas outras condições, mais raras, também denominadas como "diabetes". A mais comum delas é a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_ins%C3%ADpida" title="Diabetes insípida" class="mw-redirect"&gt;diabetes insípida&lt;/a&gt; (insípida significa "sem gosto" em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim" title="Latim"&gt;Latim&lt;/a&gt;) na qual a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Urina" title="Urina"&gt;urina&lt;/a&gt; não é glicosada. Esta diabetes pode ser causada por danos aos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rins" title="Rins" class="mw-redirect"&gt;rins&lt;/a&gt; ou à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gl%C3%A2ndula_pituit%C3%A1ria" title="Glândula pituitária" class="mw-redirect"&gt;glândula pituitária&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h4&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="Diabetes_mellitus_tipo_1"&gt;Diabetes mellitus tipo 1&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;  &lt;p&gt;No caso da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus_tipo_1" title="Diabetes mellitus tipo 1"&gt;Diabetes mellitus tipo 1&lt;/a&gt;, esta aparece quando o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_imunit%C3%A1rio" title="Sistema imunitário"&gt;Sistema imunitário&lt;/a&gt; do doente ataca as células beta do pâncreas. A causa desta confusão ainda não foi definida, apesar de parecer estar associada a casos de constipações e outras doenças. O tipo de alimentação, o estilo de vida, etc. não têm qualquer influência no aparecimento deste tipo de diabetes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Normalmente se inicia na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inf%C3%A2ncia" title="Infância" class="mw-redirect"&gt;infância&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolesc%C3%AAncia" title="Adolescência"&gt;adolescência&lt;/a&gt;, e se caracteriza por um déficit de insulina, devido à destruição das &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lulas_beta" title="Células beta" class="mw-redirect"&gt;células beta&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A2ncreas" title="Pâncreas"&gt;pâncreas&lt;/a&gt; por processos auto-imunes ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Idiop%C3%A1ticos" title="Idiopáticos" class="mw-redirect"&gt;idiopáticos&lt;/a&gt;. Só cerca de 1 em 20 pessoas diabéticas tem diabetes tipo 1, a qual se apresenta mais freqüentemente entre jovens e crianças. Este tipo de diabetes se conhecia como &lt;i&gt;diabetes mellitus insulino-dependente&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;diabetes infantil&lt;/i&gt;. Nela, o corpo produz pouca ou nenhuma insulina. As pessoas que padecem dela devem receber injeções diárias de insulina. A quantidade de injeções diárias é variável em função do tratamento escolhido pelo endocrinologista e também em função da quantidade de insulina produzida pelo pâncreas. A insulina sintética pode ser de ação lenta ou rápida: a de ação lenta é ministrada ao acordar e ao dormir; a de ação rápida é indicada logo após grandes refeições. Para controlar este tipo de diabetes é necessário o equilíbrio de três fatores: a insulina, a alimentação e o exercício.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sobre a alimentação é preciso ter vários fatores em conta. Apesar de ser necessário algum rigor na alimentação, há de lembrar que este tipo de diabetes atinge essencialmente jovens, e esses jovens estão muitas vezes em crescimento e têm vidas ativas. Assim, o plano alimentar deve ser concebido com isso em vista, uma vez que muitas vezes se faz uma dieta demasiado limitada para a idade e atividade do doente. Para o dia a dia, é desaconselhável a ingestão de carboidratos de ação rápida (sumos, bolos, cremes) e incentivado os de ação lenta (pão, bolachas, arroz, massa…) de modo a evitar picos de glicemia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Muitas vezes se ouve que o diabético não pode praticar exercício. Esta afirmação é completamente falsa, já que o exercício contribui para um melhor controle da diabetes, queimando excesso de açúcar, gorduras e melhorando a qualidade de vida. Por vezes, torna-se necessário dobrar um pouco as regras: para praticar exercícios que requerem muita energia é preciso consumir muita energia, ou seja, consumir carboidratos lentos e rápidos.&lt;/p&gt; &lt;h4&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Diabetes_mellitus_tipo_2"&gt;Diabetes mellitus tipo 2&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;  &lt;p&gt;Já não se deve usar o termo &lt;i&gt;Diabetes Não Insulino-dependente&lt;/i&gt;, mas sim &lt;i&gt;Diabetes Tardio&lt;/i&gt;, tem mecanismo fisiopatológico complexo e não completamente elucidado. Parece haver uma diminuição na resposta dos receptores de glicose presentes no tecido periférico à insulina, levando ao fenômeno de resistência à insulina. As células beta do pâncreas aumentam a produção de insulina e, ao longo dos anos, a resistência à insulina acaba por levar as células beta à exaustão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desenvolve-se freqüentemente em etapas adultas da vida e é muito freqüente a associação com a obesidade e idosos; anteriormente denominada &lt;i&gt;diabetes do adulto&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;diabetes relacionada com a obesidade&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;diabetes não insulino-dependente&lt;/i&gt;. Vários fármacos e outras causas podem, contudo, causar este tipo de diabetes. É muito freqüente a diabetes tipo 2 associada ao uso prolongado de corticóides, freqüentemente associada à hemocromatose não tratada.&lt;/p&gt; &lt;h4&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Diabetes_gestacional"&gt;Diabetes gestacional&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;  &lt;p&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_gestacional" title="Diabetes gestacional"&gt;diabetes gestacional&lt;/a&gt; também envolve uma combinação de secreção e responsividade de insulina inadequados, assemelhando-se à diabetes tipo 2 em diversos aspectos. Ela se desenvolve durante a gravidez e pode melhorar ou desaparecer após o nascimento do bebê. Embora possa ser temporária, a diabetes gestacional pode trazer danos à saúde do feto e/ou da mãe, e cerca de 20% a 50% das mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes tipo 2 mais tardiamente na vida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A diabetes mellitus gestacional (DMG) ocorre em cerca de 2% a 5% de todas as &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gravidez" title="Gravidez"&gt;gravidezes&lt;/a&gt;. Ela é temporária e completamente tratável mas, se não tratada, pode causar problemas com a gravidez, incluindo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macrossomia_fetal" title="Macrossomia fetal"&gt;macrossomia fetal&lt;/a&gt; (peso elevado do bebê ao nascer), malformações fetais e doença cardíaca congênita. Ela requer supervisão médica cuidadosa durante a gravidez. Os riscos fetais/neonatais associados à DMG incluem anomalias congênitas como malformações cardíacas, do sistema nervoso central e de músculos esqueléticos. A insulina fetal aumentada pode inibir a produção de surfactante fetal e pode causar problemas respiratórios. A hiperbilirrubinemia pode causar a destruição de hemácias. Em muitos casos, a morte perinatal pode ocorrer, mais comumente como um resultado da má profusão placentária devido a um prejuízo vascular.&lt;/p&gt; &lt;h4&gt;&lt;span class="editsection"&gt;[&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Diabetes_mellitus&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=10" title="Editar seção: Outros tipos"&gt;editar&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="Outros_tipos"&gt;Outros tipos&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Outros tipos de diabetes &lt;5%&gt; &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;A: Defeito genético nas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lulas_beta" title="Células beta" class="mw-redirect"&gt;células beta&lt;/a&gt;.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;B: Resistência à insulina determinada geneticamente.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;C: Doenças no pâncreas.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;D: Causada por defeitos hormonais.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;E: Causada por compostos químicos ou fármacos.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;F: Infecciosas (rubéola congênita, citamegalovírus e outros).&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;G: Formas incomuns de diabetes inmuno-mediadas (síndrome do "Homem Rígido", anticorpos anti-insulina e outros)&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;H: Outras síndromes genéticas algumas vezes associadas com diabetes (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down" title="Síndrome de Down"&gt;síndrome de Down&lt;/a&gt;; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Klinefelter" title="Síndrome de Klinefelter"&gt;síndrome de Klinefelter&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Turner" title="Síndrome de Turner"&gt;síndrome de Turner&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Wolfram" title="Síndrome de Wolfram"&gt;síndrome de Wolfram&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataxia_de_Friedreich" title="Ataxia de Friedreich"&gt;ataxia de Friedreich&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cor%C3%A9ia_de_Huntington" title="Coréia de Huntington" class="mw-redirect"&gt;coréia de Huntington&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=S%C3%ADndrome_de_Laurence-Moon-Biedl&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Síndrome de Laurence-Moon-Biedl (página não existe)"&gt;síndrome de Laurence-Moon-Biedl&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Distrofia_miot%C3%B4nica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Distrofia miotônica (página não existe)"&gt;distrofia miotônica&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porfiria" title="Porfiria"&gt;porfiria&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Prader-Willi" title="Síndrome de Prader-Willi"&gt;síndrome de Prader-Willi&lt;/a&gt; e outras)&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Sinais_e_sintomas"&gt;Sinais e sintomas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;A tríade clássica dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sintoma" title="Sintoma"&gt;sintomas&lt;/a&gt; da diabetes:&lt;sup id="cite_ref-multipla_0-3" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-multipla-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Poli%C3%BAria" title="Poliúria"&gt;poliúria&lt;/a&gt; (pessoa urina com frequência),&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polidipsia" title="Polidipsia"&gt;polidipsia&lt;/a&gt; (sede aumentada e aumento de ingestão de líquidos),&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polifagia" title="Polifagia"&gt;polifagia&lt;/a&gt; (apetite aumentado).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Pode ocorrer &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Perda_de_peso" title="Perda de peso"&gt;perda de peso&lt;/a&gt;. Estes sintomas podem se desenvolver bastante rapidamente no tipo 1, particularmente em crianças (semanas ou meses) ou pode ser sutil ou completamente ausente — assim como pode se desenvolver muito mais lentamente — no tipo 2. No tipo 1 pode haver também &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Perda_de_peso" title="Perda de peso"&gt;perda de peso&lt;/a&gt; (apesar da fome aumentada ou normal) e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fadiga" title="Fadiga" class="mw-redirect"&gt;fadiga&lt;/a&gt;. Estes sintomas podem também se manifestar na diabetes tipo 2 em pacientes cuja diabetes é mal controlada.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Patofisiologia_de_alguns_sinais_e_sintomas"&gt;Patofisiologia de alguns sinais e sintomas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Quando a concentração de glicose no sangue está alta (acima do limiar renal), a reabsorção de glicose no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=T%C3%BAbulo_proximal&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Túbulo proximal (página não existe)"&gt;túbulo proximal&lt;/a&gt; do rim é incompleta, e parte da glicose é excretada na urina (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicos%C3%BAria" title="Glicosúria"&gt;glicosúria&lt;/a&gt;). Isto aumenta a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Press%C3%A3o_osm%C3%B3tica" title="Pressão osmótica"&gt;pressão osmótica&lt;/a&gt; da urina e consequentemente inibe a reabsorção de água pelo rim, resultando na produção aumentada de urina (poliúria) e na perda acentuada de líquido. O volume de sangue perdido será reposto &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Osmose" title="Osmose"&gt;osmoticamente&lt;/a&gt; da água armazenada nas células do corpo, causando &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desidrata%C3%A7%C3%A3o" title="Desidratação"&gt;desidratação&lt;/a&gt; e sede aumentada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando os níveis altos de glicose permanecem por longos períodos, ocorre a absorção de glicose e isto causa mudanças no formato das &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lentes_dos_olhos" title="Lentes dos olhos" class="mw-redirect"&gt;lentes dos olhos&lt;/a&gt;, levando a dificuldades de visão. A visão borrada é a reclamação mais comum que leva ao diagnóstico de diabetes; o tipo 1 deve ser suspeito em casos de mudanças rápidas na visão, ao passo que o tipo 2 geralmente causa uma mudança mais gradual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pacientes (geralmente os com diabetes tipo 1) podem apresentar também &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cetoacidose_diab%C3%A9tica" title="Cetoacidose diabética"&gt;cetoacidose diabética&lt;/a&gt;, um estado extremo de desregulação &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metabolismo" title="Metabolismo"&gt;metabólica&lt;/a&gt; caracterizada pelo cheiro de acetona na respiração do paciente, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Respira%C3%A7%C3%A3o_de_Kussmaul" title="Respiração de Kussmaul"&gt;respiração de Kussmaul&lt;/a&gt; (uma respiração rápida e profunda), poliúria, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%A1usea" title="Náusea"&gt;náusea&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%B4mito" title="Vômito" class="mw-redirect"&gt;vômito&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dor_abdominal" title="Dor abdominal"&gt;dor abdominal&lt;/a&gt; e qualquer um dos vários estados de consciência alterados (confusão, letargia, hostilidade, mania, etc). Na cetoacidose diabética severa, pode ocorrer o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coma" title="Coma"&gt;coma&lt;/a&gt; (inconsciência), progredindo para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Morte" title="Morte"&gt;morte&lt;/a&gt;. De qualquer forma, a cetoacidose diabética é uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emerg%C3%AAncia_m%C3%A9dica" title="Emergência médica"&gt;emergência médica&lt;/a&gt; e requer atenção de um especialista. Um estado raro, porém igualmente severo, é o estado não-cetótico, que é mais comum na diabetes tipo 2, e é principalmente resultante da desidratação devido à perda de líquido corporal. Frequentemente o paciente têm ingerido quantidades imensas de bebidas contendo açúcar, levando a um ciclo vicioso em consideração à perda de líquido.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Complica.C3.A7.C3.B5es"&gt;Complicações&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;As complicações da diabetes são muito menos comuns e severas nas pessoas que possuem os níveis glicêmicos (de açúcar no sangue)&lt;sup id="cite_ref-5" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-5"&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup id="cite_ref-6" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-6"&gt;[7]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; bem controlados, mantendo-os entre 70 e 100 mg/dl em jejum.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As complicações causadas pela diabetes se dão basicamente pelo excesso de glicose no sangue, sendo assim, existe a possibilidade de glicosilar as proteínas além de retenção de água na corrente sanguínea, e retirada da mesma do espaço intercelular.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Complica.C3.A7.C3.B5es_agudas"&gt;Complicações agudas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cetoacidose_diab%C3%A9tica" title="Cetoacidose diabética"&gt;Cetoacidose diabética&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Coma_hiperosmolar_n%C3%A3o-cet%C3%B3tico&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Coma hiperosmolar não-cetótico (página não existe)"&gt;Coma hiperosmolar não-cetótico&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hiperglicemia" title="Hiperglicemia"&gt;Hiperglicemia&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coma_diab%C3%A9tico" title="Coma diabético"&gt;Coma diabético&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amputa%C3%A7%C3%A3o" title="Amputação"&gt;Amputação&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Complica.C3.A7.C3.B5es_cr.C3.B4nicas"&gt;Complicações crônicas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aterosclerose" title="Aterosclerose"&gt;Aterosclerose&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertens%C3%A3o" title="Hipertensão"&gt;Hipertensão&lt;/a&gt; ( por aumento de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H2O" title="H2O" class="mw-redirect"&gt;H2O&lt;/a&gt; no sangue, além da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Glicolisa%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Glicolisação (página não existe)"&gt;glicolisação&lt;/a&gt; irregular do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A1geno" title="Colágeno"&gt;colágeno&lt;/a&gt; e proteínas das paredes endoteliais o que pode causar &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trombose" title="Trombose"&gt;tromboses&lt;/a&gt; e coágulos por todo o sistema circulatório);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trombose" title="Trombose"&gt;Tromboses&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Co%C3%A1gulo" title="Coágulo" class="mw-redirect"&gt;coágulos&lt;/a&gt; na corrente sanguínea;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Problemas dermatológicos (por desnaturação de proteínas endoteliais)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9_diab%C3%A9tico" title="Pé diabético"&gt;Pé diabético&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Problemas neurológicos principalmente no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9" title="Pé"&gt;pé&lt;/a&gt;, como perda de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sensibilidade" title="Sensibilidade"&gt;sensibilidade&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriocep%C3%A7%C3%A3o" title="Propriocepção"&gt;propriocepção&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dificuldade em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coagula%C3%A7%C3%A3o" title="Coagulação" class="mw-redirect"&gt;coagular&lt;/a&gt; o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sangue" title="Sangue"&gt;sangue&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Problemas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metabolismo" title="Metabolismo"&gt;metabólicos&lt;/a&gt; generalizados.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fator de risco à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Periodontite" title="Periodontite"&gt;periodontite&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Tratamento"&gt;Tratamento&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;A &lt;i&gt;diabetes mellitus&lt;/i&gt; é uma doença crônica, sem cura por tratamentos convencionais, e sua ênfase médica deve ser necessariamente em evitar/administrar problemas possivelmente relacionados à diabetes, a longo ou curto prazo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O tratamento é baseado cinco conceitos:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Conscientização e educação do paciente, sem a qual não existe aderência.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alimentação e dieta adequada para cada tipo de diabetes e para o perfil do paciente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vida ativa, mais do que simplesmente exercícios.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Medicamentos: &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Hipoglicemiantes orais&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Insulina&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Monitoração dos níveis de glicose e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hemoglobina_glicada" title="Hemoglobina glicada" class="mw-redirect"&gt;hemoglobina glicada&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;É extremamente importante a educação do paciente, o acompanhamento de sua dieta, exercícios físicos, monitoração própria de seus níveis de glicose, com o objetivo de manter os níveis de glicose a longo e curto prazo adequados. Um controle cuidadoso é necessário para reduzir os riscos das complicações a longo prazo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isso pode ser alcançado com uma combinação de dietas, exercícios e perda de peso (tipo 2), várias drogas diabéticas orais (tipo 2 somente) e o uso de insulina (tipo 1 e tipo 2 que não esteja respondendo à medicação oral). Além disso, devido aos altos riscos associados de doença cardiovascular, devem ser feitas modificações no estilo de vida de modo a controlar a pressão arterial&lt;sup id="cite_ref-7" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-7"&gt;[8]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; e o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colesterol" title="Colesterol"&gt;colesterol&lt;/a&gt;, se exercitando mais, fumando menos e consumindo alimentos apropriados para diabéticos, e se necessário, tomando medicamentos para reduzir a pressão.&lt;/p&gt; &lt;dl&gt;&lt;dt&gt;Cura do Diabetes Mellitus Tipo 2 por Cirurgia&lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt; &lt;p&gt;Um estudo feito por médicos franceses publicado na ScienceDirect,&lt;sup id="cite_ref-8" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-8"&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; confirmou o que médicos já haviam observado, a cirurgia de redução de estomago (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gastroplastia" title="Gastroplastia"&gt;Gastroplastia&lt;/a&gt;) usada no tratamento da obesidade mórbida ajuda a controlar o diabetes mellitus tipo 2, um estudo mais aprofundado feito por Francesco Rubino,&lt;sup id="cite_ref-9" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus#cite_note-9"&gt;[10]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; levou à criação de uma cirurgia no intestino que tem alta eficiência no tratamento da diabetes tipo 2 para pessoas não obesas.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Preven.C3.A7.C3.A3o"&gt;Prevenção&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Como pouco se sabe sobre o mecanismo exato pelo qual a diabetes tipo 1 se desenvolve, não existem medidas preventivas disponíveis para esta forma de diabetes. Alguns estudos atribuíram um efeito de prevenção da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amamenta%C3%A7%C3%A3o" title="Amamentação" class="mw-redirect"&gt;amamentação&lt;/a&gt; em relação ao desenvolvimento da diabetes tipo 1. Os riscos da diabetes tipo 2 podem ser reduzidos com mudanças na dieta e com o aumento da atividade física.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Preven.C3.A7.C3.A3o_das_complica.C3.A7.C3.B5es"&gt;Prevenção das complicações&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;De fato, quanto melhor o controle, menor será o risco de complicações. Desta maneira, a educação do paciente, entendimento e participação é vital. Os profissionais da saúde que tratam diabetes também tentam conscientizar o paciente a se livrar certos hábitos que sejam prejudiciais à diabetes. Estes incluem o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tabagismo" title="Tabagismo"&gt;tabagismo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipercolesterolemia" title="Hipercolesterolemia"&gt;colesterol elevado&lt;/a&gt; (controle ou redução da dieta, exercícios e medicações), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade" title="Obesidade"&gt;obesidade&lt;/a&gt; (mesmo uma perda modesta de peso pode ser benéfica), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertens%C3%A3o" title="Hipertensão"&gt;pressão sanguínea alta&lt;/a&gt; (exercício e medicações, se necessário) e sedentarismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um artigo da Associação Americana de Diabetes recomenda manter um peso saudável, e ter no mínimo 2½ horas de exercício por semana (uma simples caminhada basta), não ingerir muita gordura, e comer uma boa quantidade de fibras e grãos. Embora eles não recomendem o consumo de álcool, eles citam que o consumo moderado de álcool pode reduzir o risco.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Hist.C3.B3ria"&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;A &lt;i&gt;diabetes mellitus&lt;/i&gt; já era conhecida antes da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_crist%C3%A3" title="Era cristã" class="mw-redirect"&gt;era cristã&lt;/a&gt;. No &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papiro_de_Ebers" title="Papiro de Ebers" class="mw-redirect"&gt;papiro de Ebers&lt;/a&gt; descoberto no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Egipto" title="Egipto" class="mw-redirect"&gt;Egito&lt;/a&gt;, correspondente ao século XV antes de Cristo, já se descrevem &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sintoma" title="Sintoma"&gt;sintomas&lt;/a&gt; que parecem corresponder à diabetes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Foi &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Areteu_da_Capad%C3%B3cia&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Areteu da Capadócia (página não existe)"&gt;Areteu da Capadócia&lt;/a&gt; quem, no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_II" title="Século II"&gt;século II&lt;/a&gt;, deu a esta doença o nome de "diabetes", que em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega" title="Língua grega"&gt;grego&lt;/a&gt; significa "sifão", referindo-se ao seu sintoma mais chamativo que é a eliminação exagerada de água pelos rins, expressando que a água entrava e saía do organismo do diabético sem fixar-se nele (polidipsia e poliúria, características da doença e por ele avaliadas por esta ordem). Ainda no século II, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Galeno" title="Galeno" class="mw-redirect"&gt;Galeno&lt;/a&gt;, contemporâneo de Areteu, também se referiu à diabetes, atribuindo-a à incapacidade dos rins em reter água como deveriam. Nos séculos posteriores não se encontram nos escritos médicos referências a esta enfermidade até que, no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XI" title="Século XI"&gt;século XI&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Avicena" title="Avicena"&gt;Avicena&lt;/a&gt; refere com precisão esta afecção em seu famoso &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=C%C3%A2non_da_Medicina&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Cânon da Medicina (página não existe)"&gt;Cânon da Medicina&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Após um longo intervalo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Willis" title="Thomas Willis"&gt;Thomas Willis&lt;/a&gt;, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1679" title="1679"&gt;1679&lt;/a&gt;, fez uma magistral descrição da diabetes para a época, ficando desde então reconhecida por sua sintomatologia como entidade clínica. Foi ele quem, referindo-se ao sabor doce da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Urina" title="Urina"&gt;urina&lt;/a&gt;, lhe deu o nome de &lt;i&gt;diabetes mellitus&lt;/i&gt; (sabor de mel), apesar de esse fato já ter sido registrado cerca de mil anos antes na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndia" title="Índia"&gt;Índia&lt;/a&gt;, por volta do ano &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/500" title="500"&gt;500&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1775" title="1775"&gt;1775&lt;/a&gt; Dopson identificou a presença de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicose" title="Glicose"&gt;glicose&lt;/a&gt; na urina. Frank, por essa altura também, classificou a diabetes em duas formas: &lt;i&gt;diabetes mellitus&lt;/i&gt; (ou vera), e insípida, esta sem apresentar urina doce. A primeira observação feita através de uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Necropsia" title="Necropsia" class="mw-redirect"&gt;necropsia&lt;/a&gt; em um diabético foi realizada por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cawley&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Cawley (página não existe)"&gt;Cawley&lt;/a&gt; e publicada no &lt;i&gt;London Medical Journal&lt;/i&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1788" title="1788"&gt;1788&lt;/a&gt;. Quase na mesma época o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra" title="Inglaterra"&gt;inglês&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=John_Rollo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="John Rollo (página não existe)"&gt;John Rollo&lt;/a&gt;, atribuindo à doença uma causa gástrica, conseguiu melhorias notáveis com um regime rico em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prote%C3%ADna" title="Proteína"&gt;proteínas&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gordura" title="Gordura"&gt;gorduras&lt;/a&gt; e limitado em hidratos de carbono.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os primeiros trabalhos experimentais relacionados com o metabolismo dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glic%C3%ADdio" title="Glicídio" class="mw-redirect"&gt;glicídios&lt;/a&gt; foram realizados por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_Bernard" title="Claude Bernard"&gt;Claude Bernard&lt;/a&gt;, o qual descobriu, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1848" title="1848"&gt;1848&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicog%C3%AAnio" title="Glicogênio" class="mw-redirect"&gt;glicogênio&lt;/a&gt; hepático e provocou a aparição de glicose na urina excitando os centros bulbares. Ainda na metade do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX" title="Século XIX"&gt;século XIX&lt;/a&gt;, o grande clínico &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a" title="França"&gt;francês&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Bouchardat&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Bouchardat (página não existe)"&gt;Bouchardat&lt;/a&gt; assinalou a importância da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade" title="Obesidade"&gt;obesidade&lt;/a&gt; e da vida sedentária na origem da diabetes e traçou as normas para o tratamento dietético, baseando-a na restrição dos glicídios e no baixo valor calórico da dieta. Os trabalhos clínicos e anatômico-patológicos adquiriram grande importância em fins do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX" title="Século XIX"&gt;século XIX&lt;/a&gt;, nas mãos de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Frerichs&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Frerichs (página não existe)"&gt;Frerichs&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cantani&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Cantani (página não existe)"&gt;Cantani&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Naunyn&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Naunyn (página não existe)"&gt;Naunyn&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Lanceraux&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Lanceraux (página não existe)"&gt;Lanceraux&lt;/a&gt;, etc., tendo culminado em experiências de pancreatectomia em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A3o" title="Cão"&gt;cães&lt;/a&gt;, realizadas por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mering_y_Mikowski&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Mering y Mikowski (página não existe)"&gt;Mering y Mikowski&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1889" title="1889"&gt;1889&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A busca do suposto &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Horm%C3%B4nio" title="Hormônio" class="mw-redirect"&gt;hormônio&lt;/a&gt; produzido pelas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilhotas_de_Langerhans" title="Ilhotas de Langerhans"&gt;ilhotas de Langerhans&lt;/a&gt;, células do pâncreas descritas em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1869" title="1869"&gt;1869&lt;/a&gt; por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Paul_Langerhans&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Paul Langerhans (página não existe)"&gt;Paul Langerhans&lt;/a&gt;, iniciou-se de imediato. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Hedon&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Hedon (página não existe)"&gt;Hedon&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Gley&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Gley (página não existe)"&gt;Gley&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Laguessee_Sabolev&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Laguessee Sabolev (página não existe)"&gt;Laguessee Sabolev&lt;/a&gt; estiveram muito próximos do almejado triunfo, o qual foi conseguido pelos jovens &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Canad%C3%A1" title="Canadá"&gt;canadenses&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Frederick_Grant_Banting" title="Frederick Grant Banting"&gt;Banting&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Charles_Best&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Charles Best (página não existe)"&gt;Charles Best&lt;/a&gt;, que conseguiram, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1921" title="1921"&gt;1921&lt;/a&gt;, isolar a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Insulina" title="Insulina"&gt;insulina&lt;/a&gt; e demonstrar seu efeito hipoglicêmico. Esta descoberta significou uma das maiores conquistas médicas do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX" title="Século XX"&gt;século XX&lt;/a&gt;, porque transformou as expectativas e a vida dos diabéticos e ampliou horizontes no campo experimental e biológico para o estudo da diabetes e do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metabolismo" title="Metabolismo"&gt;metabolismo&lt;/a&gt; dos glicídios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Posteriormente, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transplante_de_p%C3%A2ncreas" title="Transplante de pâncreas"&gt;transplante de pâncreas&lt;/a&gt; passou a ser considerado uma alternativa viável à insulina para o tratamento da &lt;i&gt;diabetes mellitus&lt;/i&gt; do tipo 1. O primeiro transplante de pâncreas com essa finalidade foi realizado em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1966" title="1966"&gt;1966&lt;/a&gt;, na universidade de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manitoba" title="Manitoba"&gt;Manitoba&lt;/a&gt;. Uma linha mais recente de pesquisa na Medicina tem buscado fazer o transplante apenas das &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilhotas_de_Langerhans" title="Ilhotas de Langerhans"&gt;ilhotas de Langerhans&lt;/a&gt;. O procedimento é simples, tem poucas complicações e exige uma hospitalização de curta duração. O grande problema é a obtenção das células, que são originárias de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cad%C3%A1ver" title="Cadáver"&gt;cadáveres&lt;/a&gt;. São necessários em média três doadores para se conseguir um número razoável de células.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O primeiro transplante de ilhotas de Langerhans para curar diabetes do tipo 1 ocorreu em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2004" title="2004"&gt;2004&lt;/a&gt;, feito pela equipe do Dr. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=F._G._Eliaschewitz&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="F. G. Eliaschewitz (página não existe)"&gt;F. G. Eliaschewitz&lt;/a&gt; no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Albert_Einstein" title="Hospital Albert Einstein" class="mw-redirect"&gt;Hospital Albert Einstein&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_%28cidade%29" title="São Paulo (cidade)"&gt;São Paulo&lt;/a&gt;. O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; é considerado líder nas pesquisas desta linha de tratamento. Outro centro de excelência de pesquisas nessa área é a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Alberta" title="Universidade de Alberta"&gt;Universidade de Alberta&lt;/a&gt;, no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Canad%C3%A1" title="Canadá"&gt;Canadá&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-3509798066972132654?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/3509798066972132654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/diabetes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/3509798066972132654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/3509798066972132654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/diabetes.html' title='Diabetes'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUYWtYpaII/AAAAAAAAABM/wd3Wsmt_ip4/s72-c/DIABETES.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-2368431929785636639</id><published>2009-11-06T22:30:00.001-08:00</published><updated>2009-11-06T22:36:20.588-08:00</updated><title type='text'>Sídrome de Down</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUVUw3T_CI/AAAAAAAAABE/7-hdf6SkYdM/s1600-h/SIDROME.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUVUw3T_CI/AAAAAAAAABE/7-hdf6SkYdM/s320/SIDROME.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401246774559243298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Síndrome de Down&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;trissomia do cromossoma 21&lt;/b&gt; é um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dist%C3%BArbio_gen%C3%A9tico" title="Distúrbio genético" class="mw-redirect"&gt;distúrbio genético&lt;/a&gt; causado pela presença de um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo_21" title="Cromossomo 21" class="mw-redirect"&gt;cromossomo 21&lt;/a&gt; extra total ou parcialmente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Recebe o nome em homenagem a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Langdon_Down" title="John Langdon Down" class="mw-redirect"&gt;John Langdon Down&lt;/a&gt;, médico britânico que descreveu a síndrome em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1862" title="1862"&gt;1862&lt;/a&gt;&lt;sup id="cite_ref-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. A sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%A9r%C3%B4me_Lejeune" title="Jérôme Lejeune"&gt;Jérôme Lejeune&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cogni%C3%A7%C3%A3o" title="Cognição"&gt;cognitiva&lt;/a&gt; e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retardo_mental" title="Retardo mental"&gt;retardo mental&lt;/a&gt; leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo" title="Cromossomo"&gt;cromossômico&lt;/a&gt; normal. Elas incluem a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prega_palmar_transversa" title="Prega palmar transversa" class="mw-redirect"&gt;prega palmar transversa&lt;/a&gt; (uma única prega na palma da mão, em vez de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%B4nus_muscular" title="Tônus muscular"&gt;tônus muscular&lt;/a&gt; pobre e língua protrusa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Defeitos_card%C3%ADacos_cong%C3%AAnitos" title="Defeitos cardíacos congênitos" class="mw-redirect"&gt;defeitos cardíacos congênitos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_do_refluxo_gastroesof%C3%A1gico" title="Doença do refluxo gastroesofágico" class="mw-redirect"&gt;doença do refluxo gastroesofágico&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otite" title="Otite" class="mw-redirect"&gt;otites&lt;/a&gt; recorrentes, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apn%C3%A9ia_de_sono_obstrutiva" title="Apnéia de sono obstrutiva" class="mw-redirect"&gt;apnéia de sono obstrutiva&lt;/a&gt; e disfunções da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gl%C3%A2ndula_tire%C3%B3ide" title="Glândula tireóide" class="mw-redirect"&gt;glândula tireóide&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A síndrome de Down é um evento genético natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Caracter.C3.ADsticas"&gt;Características&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;As três principais características da síndrome de Down são a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipotonia" title="Hipotonia"&gt;hipotonia&lt;/a&gt; (flacidez muscular, o bebê é mais "molinho"), o comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais devagar) e a aparência física. Uma pessoa com a síndrome pode apresentar todas ou algumas das seguintes condições físicas: olhos amendoados, uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prega_palmar_transversal_%C3%BAnica" title="Prega palmar transversal única"&gt;prega palmar transversal única&lt;/a&gt; (também conhecida como prega simiesca), dedos curtinhos, fissuras palpebrais oblíquas, ponte nasal achatada, língua protrusa (devido à pequena cavidade oral), pescoço curto, pontos brancos nas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dris" title="Íris"&gt;íris&lt;/a&gt; conhecidos como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manchas_de_Brushfield" title="Manchas de Brushfield"&gt;manchas de Brushfield&lt;/a&gt;&lt;sup id="cite_ref-1" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down#cite_note-1"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;, uma flexibilidade excessiva nas articulações, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Defeitos_card%C3%ADacos_cong%C3%AAnitos" title="Defeitos cardíacos congênitos" class="mw-redirect"&gt;defeitos cardíacos congênitos&lt;/a&gt;, espaço excessivo entre o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A1lux" title="Hálux"&gt;hálux&lt;/a&gt; e o segundo dedo do pé.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar da aparência às vezes comum entre pessoas com síndrome de Down, é preciso lembrar que o que caracteriza realmente o indivíduo é a sua carga genética familiar, que faz com que ele seja parecido com seus pais e irmãos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As crianças com síndrome de Down encontram-se em desvantagem em níveis variáveis face a crianças sem a síndrome, já que a maioria dos indivíduos com síndrome de Down possuem &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retardo_mental" title="Retardo mental"&gt;retardo mental&lt;/a&gt; de leve (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/QI" title="QI" class="mw-redirect"&gt;QI&lt;/a&gt; 50-70) a moderado (QI 35-50),&lt;sup id="cite_ref-2" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down#cite_note-2"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; com os escores do QI de crianças possuindo síndrome de Down do tipo mosaico tipicamente 10-30 pontos maiores.&lt;sup id="cite_ref-3" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down#cite_note-3"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; Além disso, indivíduos com síndrome de Down podem ter sérias anomalias afetando qualquer sistema corporal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outra característica frequente é a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microcefalia" title="Microcefalia"&gt;microcefalia&lt;/a&gt;, um reduzido peso e tamanho do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9rebro" title="Cérebro"&gt;cérebro&lt;/a&gt;. O progresso na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aprendizagem" title="Aprendizagem"&gt;aprendizagem&lt;/a&gt; é também tipicamente afectado por doenças e deficiências motoras, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_infecciosa" title="Doença infecciosa"&gt;doenças infecciosas&lt;/a&gt; recorrentes, problemas no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora%C3%A7%C3%A3o" title="Coração"&gt;coração&lt;/a&gt;, problemas na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vis%C3%A3o" title="Visão"&gt;visão&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Miopia" title="Miopia"&gt;miopia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Astigmatismo" title="Astigmatismo"&gt;astigmatismo&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrabismo" title="Estrabismo"&gt;estrabismo&lt;/a&gt;) e na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Audi%C3%A7%C3%A3o" title="Audição"&gt;audição&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A síndrome de Down poderá ter quatro origens possíveis. Das &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_cong%C3%A9nita" title="Doença congénita" class="mw-redirect"&gt;doenças congénitas&lt;/a&gt; que afectam a capacidade intelectual, a síndrome de Down é a mais prevalecente e melhor estudada. Esta síndrome engloba várias &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Altera%C3%A7%C3%B5es_gen%C3%A9tica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Alterações genética (página não existe)"&gt;alterações genéticas&lt;/a&gt; das quais a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trissomia" title="Trissomia"&gt;trissomia&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossoma" title="Cromossoma" class="mw-redirect"&gt;cromossoma&lt;/a&gt; 21 é a mais freqüente (95% dos casos). A trissomia 21 é a presença duma terceira cópia do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossoma_21_%28humano%29" title="Cromossoma 21 (humano)"&gt;cromossoma 21&lt;/a&gt; nas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula" title="Célula"&gt;células&lt;/a&gt; dos indivíduos afectados. Outras desordens desta síndrome incluem a duplicação do mesmo conjunto de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gene" title="Gene"&gt;genes&lt;/a&gt; (p.e., translações do cromossoma 21). Dependendo da efectiva &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etiologia" title="Etiologia"&gt;etiologia&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dificuldade_na_aprendizagem" title="Dificuldade na aprendizagem" class="mw-redirect"&gt;dificuldade na aprendizagem&lt;/a&gt; pode variar de mediana para grave.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os efeitos da cópia extra variam muito de indivíduo para indivíduo, dependendo da extensão da cópia extra, do &lt;i&gt;background&lt;/i&gt; genético, de factores ambientais, e de probabilidades. A síndrome de Down pode ocorrer em todas as populações humanas, e efeitos análogos foram encontrados em outras espécies como chimpanzés e ratos.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A trissomia 21 poderá ser causada por um fenômeno de não-disjunção meiótico. Neste caso, a criança terá três cópias de todos os genes presentes no cromossomo 21. Esta é a causa apontada em 95% dos casos observados de síndrome de Down.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Transloca.C3.A7.C3.A3o_Robertsoniana"&gt;Translocação Robertsoniana&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O material extra poderá ser proveniente de uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transloca%C3%A7%C3%A3o_Robertsoniana" title="Translocação Robertsoniana"&gt;translocação Robertsoniana&lt;/a&gt;, isto é, o braço longo do Cromossoma 21 liga-se topo a topo com outro cromossoma acrocêntrico (cromossomas 13, 14, 15, 21 ou 22), podendo haver assim variabilidade na região extra. A mutação pode ser uma mutação &lt;i&gt;de novo&lt;/i&gt; e pode ser herdada de um dos progenitores que não apresenta a doença pois tem uma translação Robertsoniana equilibrada. Por disjunção normal na meiose os gâmetas são produzidos uma cópia extra do braço longo do Cromossoma 21. Esta é a causa de 2 - 3% das síndromes de Down observadas. É também conhecida como "síndrome de Down familiar".&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Mosaicismo"&gt;Mosaicismo&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O indivíduo pode ser um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosaicismo" title="Mosaicismo"&gt;mosaico&lt;/a&gt; de células com arranjo genético normal e células com trissomia 21. Esta é a causa apontada em 1 - 2% dos casos analisados de síndrome de Down.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isto pode acontecer de duas maneiras:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%A3o-disjun%C3%A7%C3%A3o" title="Não-disjunção"&gt;não-disjunção&lt;/a&gt; numa &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Divis%C3%A3o_celular" title="Divisão celular"&gt;divisão celular&lt;/a&gt; durante as primeiras divisões do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zigoto" title="Zigoto"&gt;zigoto&lt;/a&gt;, ficando assim essa célula com uma trissomia 21, dando origem a mais células iguais a si nas divisões seguintes e as restantes células permanecendo normais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;um zigoto ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Embri%C3%A3o" title="Embrião"&gt;embrião&lt;/a&gt; com síndrome de Down sofrer uma igual mutação, revertendo assim as células para um estado de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Euploidia" title="Euploidia"&gt;euploidia&lt;/a&gt;, isto é, correcto número de cromossomas, que não possuem trissomia 21.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Existe, obviamente, uma variabilidade na fracção nº de células trissômicas/nº de células euplóides, tanto no total como dentro de um próprio tecido. Note-se que é provável que muitas pessoas tenham uma pequena fracção de células aneuplóides, isto é, com número de cromossomas alterado.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Duplica.C3.A7.C3.A3o_de_uma_por.C3.A7.C3.A3o_do_cromossomo_21"&gt;Duplicação de uma porção do cromossomo 21&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Muito raramente, uma região do cromossoma 21 poderá sofrer um fenómeno de duplicação. Isto levaria a uma quantidade extra de genes deste cromossoma, mas não de todos, podendo assim haver manifestações da Síndrome de Down.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Incid.C3.AAncia"&gt;Incidência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt;&lt;div class="thumbinner" style="width: 302px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Trisomy21_graph.jpg" class="image"&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Efeito da idade materna: quanto maior a idade da mãe, maior o risco da ocorrência da síndrome&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Estima-se que a incidência da Síndrome de Down seja de um em cada 660 &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nascimento" title="Nascimento"&gt;nascimentos&lt;/a&gt;, o que torna esta deficiência uma das mais comuns de nível genético. A idade da mãe influencia bastante o risco de concepção de bebé com esta síndrome: em idade de 20 é de 1/1925, em idade de 25 é de 1/1205, em idade de 30 é de 1/885, em idade de 35 é de 1/365, em idade de 40 é de 1/110, em idade de 45 é de 1/32 e aos 49 de 1/11&lt;sup id="cite_ref-4" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down#cite_note-4"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. As grávidas com risco elevado de ter um filho afectado por esta síndrome devem ser encaminhadas para consultas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aconselhamento_gen%C3%A9tico" title="Aconselhamento genético"&gt;aconselhamento genético&lt;/a&gt;, no âmbito das quais poderão realizar &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Teste_gen%C3%A9tico&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Teste genético (página não existe)"&gt;testes genéticos&lt;/a&gt; (como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amniocentese" title="Amniocentese"&gt;amniocentese&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Sa.C3.BAde"&gt;Saúde&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;As &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cardiopatias_cong%C3%A9nitas" title="Cardiopatias congénitas" class="mw-redirect"&gt;cardiopatias congénitas&lt;/a&gt; afetam 40% (30-60%) destas crianças (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Defeitos_do_septo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Defeitos do septo (página não existe)"&gt;defeitos do septo&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tetralogia_de_Fallot" title="Tetralogia de Fallot"&gt;tetralogia de Fallot&lt;/a&gt;). São as principais causas de morte das crianças com este síndrome. No entanto, se forem corrigidas, a esperança de vida destas crianças é bastante elevada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A afecção do foro gastroenterológico mais frequente é a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Atr%C3%A9sia_duodenal&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Atrésia duodenal (página não existe)"&gt;atrésia duodenal&lt;/a&gt;, mas também aparecem a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estenose_pil%C3%B3rica" title="Estenose pilórica"&gt;estenose pilórica&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_de_Hirschsprung" title="Doença de Hirschsprung"&gt;doença de Hirschsprung&lt;/a&gt; e as &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=F%C3%ADstulas_traqueo-esof%C3%A1gicas&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Fístulas traqueo-esofágicas (página não existe)"&gt;fístulas traqueo-esofágicas&lt;/a&gt;. A incidência total de malformações gastroenterológicas é de 12%.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;3% destas crianças têm &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Catarata" title="Catarata"&gt;cataratas&lt;/a&gt; congénitas importantes que devem ser extraídas precocemente. Também são mais frequentes os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glaucoma" title="Glaucoma"&gt;glaucomas&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipotonia" title="Hipotonia"&gt;hipotonia&lt;/a&gt; é muito frequente no recém-nascido, o que pode interferir com a alimentação ao peito. Normalmente a alimentação demora mais tempo e apresenta mais problemas devidos à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Protrus%C3%A3o_da_l%C3%ADngua&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Protrusão da língua (página não existe)"&gt;protrusão da língua&lt;/a&gt;. A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obstipa%C3%A7%C3%A3o" title="Obstipação" class="mw-redirect"&gt;obstipação&lt;/a&gt; é mais frequente devido à hipotonia da musculatura intestinal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipotireoidismo" title="Hipotireoidismo" class="mw-redirect"&gt;hipotireoidismo&lt;/a&gt; congénito é mais frequente nas crianças com trissomia 21.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Laxid%C3%A3o_das_articula%C3%A7%C3%B5es&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Laxidão das articulações (página não existe)"&gt;laxidão das articulações&lt;/a&gt; e a hipotonia combinadas podem aumentar a incidência de luxação congénita da anca embora esta alteração seja rara.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;As &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Convuls%C3%B5es" title="Convulsões" class="mw-redirect"&gt;convulsões&lt;/a&gt; são mais frequentes, com incidência de 10%.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imunidade_celular" title="Imunidade celular"&gt;imunidade celular&lt;/a&gt; está diminuída, pelo que são mais frequentes determinadas infecções, como as respiratórias. Habitualmente têm &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Hipertrofia_dos_aden%C3%B3ides&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Hipertrofia dos adenóides (página não existe)"&gt;hipertrofia dos adenóides&lt;/a&gt; e das &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Hipertrofia_das_am%C3%ADgdalas&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Hipertrofia das amígdalas (página não existe)"&gt;amígdalas&lt;/a&gt;. Há uma maior incidência de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leucemia" title="Leucemia"&gt;leucemias&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;São muito frequentes as alterações auditivas nestas crianças devido a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Otites_serosas&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Otites serosas (página não existe)"&gt;otites serosas&lt;/a&gt; crónicas e os defeitos da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Condu%C3%A7%C3%A3o_neurosensorial&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Condução neurosensorial (página não existe)"&gt;condução neurosensorial&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Há uma grande controvérsia sobre a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Instabilidade_atlantoaxial&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Instabilidade atlantoaxial (página não existe)"&gt;instabilidade atlantoaxial&lt;/a&gt;. Radiologicamente, 15% ou mais dos casos apresentam evidência deste facto, mas há muito poucas crianças com problemas neurológicos associados.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Há um atraso no crescimento com tendência para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade" title="Obesidade"&gt;obesidade&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os dentes tendem a ser pequenos e espaçados irregularmente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Existem evidências de menor incidência de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cancro" title="Cancro"&gt;cancro&lt;/a&gt;; isto tem levado a pesquisas que sugerem que os genes que combatem o cancro estão no cromossoma 21.&lt;sup id="cite_ref-5" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down#cite_note-5"&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Expectativa_de_vida"&gt;Expectativa de vida&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Devido aos avanços da medicina, que hoje trata os problemas médicos associados à síndrome com relativa facilidade, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Expectativa_de_vida" title="Expectativa de vida" class="mw-redirect"&gt;expectativa de vida&lt;/a&gt; das pessoas com síndrome de Down vem aumentando incrivelmente nos últimos anos. Para se ter uma idéia, enquanto em 1947 a expectativa de vida era entre 12 e 15 anos, em 1989, subiu para 50 anos. Atualmente, é cada vez mais comum pessoas com síndrome de Down chegarem aos 60, 70 anos, ou seja, uma expectativa de vida muito parecida com a da população em geral. Recentemente faleceu em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anapolis" title="Anapolis" class="mw-redirect"&gt;Anapolis&lt;/a&gt;, Goiás, a pessoa com síndrome de Down mais velha do mundo, Dilmar Teixeira (1934-2007), com 74 anos.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="Tratamento"&gt;Tratamento&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;Vários aspectos podem contribuir para um aumento do desenvolvimento da criança com síndrome de Down: intervenção precoce na aprendizagem, monitorização de problemas comuns como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tir%C3%B3ide" title="Tiróide" class="mw-redirect"&gt;tiróide&lt;/a&gt;, tratamento medicinal sempre que relevante, um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ambiente_familiar&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Ambiente familiar (página não existe)"&gt;ambiente familiar&lt;/a&gt; estável e &lt;i&gt;condutor&lt;/i&gt;, práticas vocacionais, são alguns exemplos. Por um lado, a síndrome de Down salienta as limitações genéticas e no pouco que se pode fazer para as sobrepor; por outro, também salienta que a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o" title="Educação"&gt;educação&lt;/a&gt; pode produzir excelentes resultados independentemente do início. Assim, o empenho individual dos pais, professores e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terapia" title="Terapia"&gt;terapeutas&lt;/a&gt; com estas crianças pode produzir resultados positivos inesperados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As crianças com Síndrome de Down frequentemente apresentam redução do tônus dos órgãos fonoarticulatórios e, consequentemente, falta de controle motor para articulação dos sons da fala, além de um atraso no desenvolvimento da linguagem. O fonoaudiólogo será o terapeuta responsável por adequar os órgãos responsáveis pela articulação dos sons da fala além de contribuir no desenvolvimento da linguagem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os cuidados com a criança com S.D. não variam muito dos que se dão às crianças sem a síndrome. Os pais devem estar atentos a tudo o que a criança comece a fazer sozinha, espontaneamente e devem estimular os seus esforços. Devem ajudar a criança a crescer, evitando que ela se torne dependente; quanto mais a criança aprender a cuidar de si mesma, melhores condições terá para enfrentar o futuro. A criança com S.D. precisa participar da vida da família como as outras crianças. Deve ser tratada como as outras, com carinho, respeito e naturalidade. A pessoa com S.D. quando adolescente e adulta tem uma vida semi-independente. Embora possa não atingir níveis avançados de escolaridade pode trabalhar em diversas outras funções, de acordo com seu nível intelectual. Ela pode praticar esportes, viajar, frequentar festas, etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pessoas com síndrome de Down têm apresentado avanços impressionantes e rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, se casando e chegando à universidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Aprendizagem&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O preconceito e o senso de justiça com relação à Síndrome de Down no passado, fez com que essas crianças não tivessem nenhuma chance de se desenvolverem cognitivamente, pais e professores não acreditavam na possibilidade da alfabetização, eram rotuladas como pessoas doentes e, portanto, excluídas do convívio social. Hoje ja se sabe que o aluno com Síndrome de Down apresenta dificuldades em decompor tarefas, juntar habilidades e idéias, reter e transferir o que sabem, se adaptar a situações novas, e, portanto todo aprendizado deve sempre ser estimulado a partir do concreto necessitando de instruções visuais para consolidar o conhecimento. Uma maneira de incentivar a aprendizagem é o uso do brinquedo e de jogos educativos, tornando a atividade prazerosa e interessante.O ensino deve ser divertido e fazer parte da vida cotidiana, despertando assim o interesse pelo aprender. No processo de aprendizagem a criança com Síndrome de Down deve ser reconhecida como ela é, e não como gostaríamos que fosse. As diferenças devem ser vistas como ponto de partida e não de chegada na educação, para desenvolver estratégias e processos cognitivos adequados.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Hist.C3.B3ria"&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Durante vários anos, os pais de crianças com Síndrome de Down recebiam a recomendação de entregar as crianças a &lt;i&gt;instituições&lt;/i&gt;, que passariam a cuidar delas (pela vida toda).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O termo foi referido pela primeira vez pelo editor do &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Lancet" title="The Lancet"&gt;The Lancet&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1961" title="1961"&gt;1961&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.intellectualdisability.info/values/history_DS.htm" class="external autonumber" rel="nofollow"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Era, até a data, denominado como &lt;b&gt;mongolismo&lt;/b&gt; pela semelhança observada por Down na expressão facial de alguns pacientes seus e os indivíduos oriundos da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mong%C3%B3lia" title="Mongólia"&gt;Mongólia&lt;/a&gt;. Porém, a designação &lt;i&gt;mongol&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;mongolóide&lt;/i&gt; dada aos portadores da síndrome ganhou um sentido pejorativo e até ofensivo, pelo que se tornou banida no meio científico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial" title="Segunda Guerra Mundial"&gt;Segunda Guerra Mundial&lt;/a&gt;, pessoas com qualquer tipo de deficiência (física ou mental) foram exterminadas pelos nazistas, no programa chamado &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aktion_T4" title="Aktion T4"&gt;Aktion T4&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente, estima-se que entre 91% e 93% das crianças detectadas com Síndrome de Down antes do parto sejam abortadas. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-2368431929785636639?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/2368431929785636639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/sidrome-de-down.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/2368431929785636639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/2368431929785636639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/sidrome-de-down.html' title='Sídrome de Down'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUVUw3T_CI/AAAAAAAAABE/7-hdf6SkYdM/s72-c/SIDROME.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-8385782146518237279</id><published>2009-11-06T22:13:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T22:30:46.073-08:00</updated><title type='text'>Aids ou HIV</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUT_K8PiJI/AAAAAAAAAA8/Wy6PBNk64Qs/s1600-h/AIDS+2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 251px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUT_K8PiJI/AAAAAAAAAA8/Wy6PBNk64Qs/s320/AIDS+2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401245304090495122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="txt_preto"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A AIDS, &lt;em&gt;Síndrome da Imunodeficiência Adquirida&lt;/em&gt; (sigla do inglês: &lt;em&gt;Acquired Immune Deficiency Syndrome&lt;/em&gt;) se manifesta após a infecção do organismo humano pelo &lt;em&gt;Vírus da Imunodeficiência Humana&lt;/em&gt;, o HIV (sigla do inglês - Human Immunodeficiency Vírus).  &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Síndrome&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Grupo de sinais e sintomas que, uma vez considerados em conjunto, caracterizam uma doença. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Imunodeficiência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Inabilidade do sistema de defesa do organismo humano para se proteger contra microorganismos invasores, tais como: vírus, bactérias, protozoários, etc. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Adquirida&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não é congênita como no caso de outras imunodeficiências. A aids não é causada espontaneamente, mas por um fator externo (a infecção pelo HIV). &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este vírus tem período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A aids é uma doença complexa, uma síndrome, que não se caracteriza por um só sintoma. Na realidade, o vírus HIV destrói os linfócitos - células responsáveis pela defesa do organismo -, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Há alguns anos, receber o diagnóstico de aids era quase uma sentença de morte. Atualmente, porém, a aids pode ser considerada uma doença de perfil crônico. Isto significa que é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento e uma pessoa infectada pelo HIV pode viver com o vírus por um longo período, sem apresentar nenhum sintoma ou sinal. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isso tem sido possível graças aos avanços tecnológicos e às pesquisas, que propiciam o desenvolvimento de medicamentos cada vez mais eficazes. Deve-se, também, à experiência obtida ao longo dos anos por profissionais de saúde. Todos estes fatores possibilitam aos portadores do vírus ter uma sobrevida cada vez maior e de melhor qualidade.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;table style="width: 380px;" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="width: 22px;" align="left" valign="top"&gt;&lt;img alt=" " src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/ico_pergunta_pt-br.gif" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="txt_azul2" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766ITEMIDE46FA268C02C41A2ADA6E1EBFB197F50PTBRIE.htm"&gt;&lt;b&gt;Atualmente, ainda há a distinção entre grupo de risco e grupo de não risco?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 1px;"&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;" bgcolor="#2c98c9"&gt;&lt;img src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/pixel.gif" alt=" " border="0" width="1" height="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 1px;"&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;img alt=" " src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/ico_resposta_pt-br.gif" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="txt_azul2" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766ITEMIDE46FA268C02C41A2ADA6E1EBFB197F50PTBRIE.htm"&gt;Essa distinção não existe mais. No começo da epidemia, pelo fato da aids atingir, principalmente, os homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos, eles eram, à época, considerados grupos de risco. Atualmente, fala-se em comportamento de risco e não mais em grupo de risco, pois o vírus passou a se espalhar de forma geral, não mais se concentrando apenas nesses grupos específicos. Por exemplo, o número de heterossexuais infectados por HIV tem aumentado proporcionalmente com a epidemia nos últimos anos, principalmente entre mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 373px; height: 252px;" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="width: 22px;" align="left" valign="top"&gt;&lt;img alt=" " src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/ico_pergunta_pt-br.gif" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="txt_azul2" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766ITEMIDD29ADC5E2EA74B1CBB35107AF492F214PTBRIE.htm"&gt;&lt;b&gt;O que se considera um comportamento de risco, que possa vir a ocasionar uma infecção pelo vírus da aids (HIV)?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 1px;"&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;" bgcolor="#2c98c9"&gt;&lt;img src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/pixel.gif" alt=" " border="0" width="1" height="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 1px;"&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;img alt=" " src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/ico_resposta_pt-br.gif" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="txt_azul2" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766ITEMIDD29ADC5E2EA74B1CBB35107AF492F214PTBRIE.htm"&gt;Relação sexual (homo ou heterossexual) com pessoa infectada, sem o uso de preservativos; compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injetáveis; transfusão de sangue contaminado pelo HIV; reutilização de objetos perfuro-cortantes com presença de sangue ou fluidos contaminados pelo&lt;br /&gt;HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;table style="width: 380px;" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="width: 22px;" align="left" valign="top"&gt;&lt;img alt=" " src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/ico_pergunta_pt-br.gif" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="txt_azul2" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766ITEMID26481E0D14AB4677AF4F52A8C69EFDDBPTBRIE.htm"&gt;&lt;b&gt;Qual o tempo de sobrevida de um indivíduo portador do HIV?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 1px;"&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;" bgcolor="#2c98c9"&gt;&lt;img src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/pixel.gif" alt=" " border="0" width="1" height="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 1px;"&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;img alt=" " src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/ico_resposta_pt-br.gif" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="txt_azul2" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766ITEMID26481E0D14AB4677AF4F52A8C69EFDDBPTBRIE.htm"&gt;Até o começo da década de 90, a aids era considerada uma doença que levava à morte em um prazo relativamente curto. Porém, com o surgimento do coquetel (combinação de medicamentos responsáveis pelo atual tratamento de pacientes HIV positivo) as pessoas infectadas passaram a viver mais. Esse coquetel é capaz de manter a carga viral do sangue baixa, o que diminui os danos causados pelo HIV no organismo e aumenta o tempo de vida da pessoa infectada.&lt;br /&gt;O tempo de sobrevida (ou seja, os anos de vida pós-infecção) é indefinido e varia de indivíduo para indivíduo. Por exemplo, algumas pessoas começaram a usar o coquetel em meados dos anos noventa e ainda hoje gozam de boa saúde. Outras apresentam complicações mais cedo e têm reações adversas aos medicamentos. Há, ainda, casos de pessoas que, mesmo com os remédios, têm infecções oportunistas (infecções que se instalam, aproveitando-se de um momento de fragilidade do sistema de defesa do corpo, o sistema imunológico).&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table style="width: 380px;" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="width: 22px;" align="left" valign="top"&gt;&lt;img alt=" " src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/ico_pergunta_pt-br.gif" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="txt_azul2" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766ITEMID21B3AE3CCDDA4D8092813456D0824545PTBRIE.htm"&gt;&lt;b&gt;Quanto tempo o HIV sobrevive em ambiente externo?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 1px;"&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;" bgcolor="#2c98c9"&gt;&lt;img src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/pixel.gif" alt=" " border="0" width="1" height="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 1px;"&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="height: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;img alt=" " src="http://www.aids.gov.br/custom/client/images/template/ico_resposta_pt-br.gif" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="txt_azul2" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISBF548766ITEMID21B3AE3CCDDA4D8092813456D0824545PTBRIE.htm"&gt;O vírus da aids é bastante sensível ao meio externo. Estima-se que ele possa viver em torno de uma hora fora do organismo humano. Graças a uma variedade de agentes físicos (calor, por exemplo) e químicos (água sanitária, glutaraldeído, álcool, água oxigenada) pode tornar-se inativo rapidamente.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;     PARA EVITAR A AIDS: USE CAMISINHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="txt_preto"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-8385782146518237279?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/8385782146518237279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/aids-ou-hiv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/8385782146518237279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/8385782146518237279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/aids-ou-hiv.html' title='Aids ou HIV'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUT_K8PiJI/AAAAAAAAAA8/Wy6PBNk64Qs/s72-c/AIDS+2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-3410923715781807603</id><published>2009-11-06T21:50:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T22:13:34.297-08:00</updated><title type='text'>Obesidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUNvEitriI/AAAAAAAAAAc/WTCUtqzBaSA/s1600-h/OBESIDADE.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 242px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUNvEitriI/AAAAAAAAAAc/WTCUtqzBaSA/s320/OBESIDADE.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401238430425132578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Obesidade&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;nediez&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;pimelose&lt;/b&gt; (tecnicamente, do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega" title="Língua grega"&gt;grego&lt;/a&gt; &lt;i&gt;pimelē&lt;/i&gt; = gordura e &lt;i&gt;ose&lt;/i&gt; processo mórbido) é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde" title="Saúde"&gt;saúde&lt;/a&gt; ou ao aumento da taxa de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mortalidade" title="Mortalidade"&gt;mortalidade&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde_p%C3%BAblica" title="Saúde pública"&gt;saúde pública&lt;/a&gt;: o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a" title="Doença"&gt;doenças&lt;/a&gt;, em particular &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7as_cardiovasculares" title="Doenças cardiovasculares" class="mw-redirect"&gt;doença cardiovascular&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus" title="Diabetes mellitus"&gt;diabetes mellitus&lt;/a&gt; tipo 2, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apn%C3%A9ia_do_sono" title="Apnéia do sono" class="mw-redirect"&gt;apnéia do sono&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Osteoartrite" title="Osteoartrite"&gt;osteoartrite&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Classifica.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Classifica.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:webdings;font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Classificação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A obesidade pode ser definida em termos estupidamente absolutos e um bocado relativos. Na prática, a obesidade é avaliada em termos absolutos pelo IMC (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_massa_corporal" title="Índice de massa corporal"&gt;índice de massa corporal&lt;/a&gt;) e também pela sua distribuição na circunferência da cintura ou pela razão entre as circunferências da cintura e do quadril. Além disso, a presença de obesidade deve ser avaliada enquanto &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fator_de_risco_cardiovascular" title="Fator de risco cardiovascular"&gt;fator de risco cardiovascular&lt;/a&gt; e outras condições médicas que podem aumentar o risco de complicações&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="IMC"&gt;IMC&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMC" title="IMC"&gt;IMC&lt;/a&gt;, ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_massa_corporal" title="Índice de massa corporal"&gt;índice de massa corporal&lt;/a&gt;, é um método simples e amplamente difundido de se medir a gordura corporal. A medida foi desenvolvida na Bélgica pelo estatístico e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropometria" title="Antropometria"&gt;antropometrista&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lambert_Adolphe_Jacques_Qu%C3%A9telet" title="Lambert Adolphe Jacques Quételet"&gt;Adolphe Quételet&lt;/a&gt;.&lt;sup id="cite_ref-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; É calculado dividindo o peso do indivíduo em quilos pelo quadrado de sua altura em metros.&lt;/p&gt; &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;Equação: &lt;span class="texhtml"&gt;&lt;i&gt;I&lt;/i&gt;&lt;i&gt;M&lt;/i&gt;&lt;i&gt;C&lt;/i&gt; = &lt;i&gt;k&lt;/i&gt;&lt;i&gt;g&lt;/i&gt; / &lt;i&gt;m&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt; &lt;p&gt;Onde &lt;span class="texhtml"&gt;&lt;i&gt;k&lt;/i&gt;&lt;i&gt;g&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; é o peso do indivíduo em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quilograma" title="Quilograma"&gt;quilogramas&lt;/a&gt; e &lt;span class="texhtml"&gt;&lt;i&gt;m&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; é sua altura em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metro" title="Metro"&gt;metros&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As atuais definições estabelecem a seguinte convenção de valores, acordada em 1997 e publicada em 2000:&lt;sup id="cite_ref-1" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade#cite_note-1"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;table class="wikitable" style="float: right; margin-left: 15px; text-align: center;"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;th&gt;IMC&lt;/th&gt; &lt;th&gt;Classificação&lt;/th&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="50%"&gt;&lt;&gt; &lt;td&gt;Abaixo do peso&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;18.5–24.9&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Peso normal&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;25.0–29.9&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Sobrepeso&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;30.0–34.9&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Obesidade grau I&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;35.0–39.9&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Obesidade grau II&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&gt; 40.0&lt;/td&gt; &lt;td&gt;  Obesidade grau III  &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;Em analíses clínicas, médicos levam em consideração raça, etnicidade, massa muscular, idade, sexo e outros fatores que podem influenciar a interpretação do índice. O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMC" title="IMC"&gt;IMC&lt;/a&gt; superestima a gordura corporal em indivíduos muito musculosos e pode subestimá-la naqueles que tiveram perda de massa corporal (ex. idosos). Para crianças e adolescentes, também se utiliza o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMC" title="IMC"&gt;IMC&lt;/a&gt;, observando-se os percentuais para idade e sexo, como critério de adiposidade. Há uma grande variedade de critérios para definir sobrepeso e obesidade na infância, o que dificulta as comparações entre os estudos de prevalência . O critério mais utilizado atualmente é aquele sugerido em 2000 pelo Center for Disease Control (CDC)3 quando, revisando suas tabelas de crescimento que datam de 1977, incluiu as tabelas de IMC para indivíduos de 2 a 19 anos de idade, e recomendou a utilização dos termos “risco de sobrepeso” para aqueles com IMC para idade e sexo em percentuais &gt; 85 e o termo “sobrepeso” para aqueles com &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMC" title="IMC"&gt;IMC&lt;/a&gt; para idade e sexo em percentuais &gt; 95. Na prática clinica, tais termos foram substituídos por sobrepeso e obesidade, respectivamente. Procura-se encontrar um índice de pontos de corte de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMC" title="IMC"&gt;IMC&lt;/a&gt; que possa mostrar continuidade desde a infância à idade adulta, com o objetivo de correlacionar a obesidade e comorbidades nestas diferentes faixas etárias. Nesse sentido, o estudo realizado por Cole et al (2000)4, em seis países (Inglaterra, Brasil, Hong Kong, Cingapura, Holanda e EUA), tem sido aceito e recomendado pelo IOTF para estudos epidemiológicos populacionais. Os autores desenvolveram pontos de corte para sobrepeso e obesidade, a partir da correlação entre os percentuais de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMC" title="IMC"&gt;IMC&lt;/a&gt; &gt; 85 e &gt; 95 para idade e sexo na faixa etária pediátrica que, aos 18 anos, correspondem aos pontos de corte para sobrepeso (&gt; 25 kg/m²) e obesidade (&gt; 30 kg/m²) na faixa etária adulta.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Circunfer.C3.AAncia_da_cintura"&gt;Circunferência da cintura&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O IMC não distingue entre diferentes tipos de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecido_adiposo" title="Tecido adiposo"&gt;adiposidade&lt;/a&gt;, alguns dos quais podem estar mais associados a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7as_cardiovasculares" title="Doenças cardiovasculares" class="mw-redirect"&gt;doença cardiovascular&lt;/a&gt;. Estudos mais recentes dos diferentes tipos de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecido_adiposo" title="Tecido adiposo"&gt;tecido adiposo&lt;/a&gt; têm demonstrado, por exemplo, que a obesidade central (em forma de maçã, tipicamente masculina) tem uma correlação muito superior à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_cardiovascular" title="Doença cardiovascular"&gt;doença cardiovascular&lt;/a&gt; que o IMC por si só.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A circunferência absoluta (&gt;102 cm para homens e &gt;88 cm para mulheres) e o índice cintura-quadril (&gt;0.9 para homens e &gt;0.85 para mulheres) são, ambos, utilizados como medidas da obesidade central.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Medi.C3.A7.C3.A3o_de_gordura_corp.C3.B3rea"&gt;Medição de gordura corpórea&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Uma maneira alternativa de determinar obesidade é medindo a porcentagem de gordura corpórea. Médicos e cientistas, em geral, concordam que homens com mais de 25% de gordura e mulheres com mais de 30% de gordura são obesos. Porém, é difícil medir a gordura corporal com precisão. O método mais aceito é a pesagem do indivíduo debaixo d'água, mas só é possível em laboratórios especializados que dispõem do equipamento. Os dois métodos mais simples são o teste da dobra, no qual a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pele" title="Pele"&gt;pele&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abd%C3%B3men" title="Abdómen"&gt;abdómen&lt;/a&gt; é pinçada e medida para determinar a grossura da camada de gordura subcutânea; e o teste de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imped%C3%A2ncia_bioel%C3%A9trica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Impedância bioelétrica (página não existe)"&gt;impedância bioelétrica&lt;/a&gt;, que só pode ser realizado em clínicas especializadas e não deve ser feito com freqüência. Outras formas de medir a gordura corporal incluem a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tomografia_computadorizada" title="Tomografia computadorizada"&gt;tomografia computadorizada&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Resson%C3%A2ncia_magn%C3%A9tica" title="Ressonância magnética"&gt;ressonância magnética&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;A presença de fatores de risco e outras doenças também é utilizada no diagnóstico da obesidade. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arteriosclerose" title="Arteriosclerose"&gt;Arteriosclerose&lt;/a&gt; coronariana, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus" title="Diabetes mellitus"&gt;diabetes mellitus&lt;/a&gt; tipo 2 e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apn%C3%A9ia_do_sono" title="Apnéia do sono" class="mw-redirect"&gt;apnéia do sono&lt;/a&gt; representam ameaças à vida do paciente que indicariam a urgência de tratamento clínico da obesidade.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Impacto_na_sa.C3.BAde"&gt;Impacto na saúde&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Um grande número de condições médicas e psicológicas estão associadas à obesidade. São categorizadas como sendo originadas por aumento da massa de gordura (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Osteoartrite" title="Osteoartrite"&gt;osteoartrite&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apn%C3%A9ia_do_sono" title="Apnéia do sono" class="mw-redirect"&gt;apnéia do sono&lt;/a&gt; obstrutiva e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estigma_social" title="Estigma social"&gt;estigma social&lt;/a&gt;) ou pelo aumento no número de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adip%C3%B3cito" title="Adipócito"&gt;células adiposas&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus" title="Diabetes mellitus"&gt;diabetes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cancro_%28tumor%29" title="Cancro (tumor)"&gt;câncer&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_cardiovascular" title="Doença cardiovascular"&gt;doença cardiovascular&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hepatite" title="Hepatite"&gt;hepatite&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Enquanto a obesidade tem diversas implicações para a saúde, o sobrepeso não está associado a um aumento na taxa de mortalidade ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Morbidade" title="Morbidade"&gt;morbidade&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="Causas_e_mecanismos"&gt;Causas e mecanismos&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Ver também: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ingest%C3%A3o#Controle_da_ingest.C3.A3o_de_alimentos_pelo_sistema_nervoso_central" title="Ingestão"&gt;Controle da ingestão de alimentos pelo sistema nervoso central&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Estilo_de_vida"&gt;Estilo de vida&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Pesquisadores já concluíram que o aumento da incidência de obesidade em sociedades ocidentais nos últimos 25 anos do século XX teve como principais causas o consumo excessivo de nutrientes combinado com crescente &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sedentarismo" title="Sedentarismo"&gt;sedentarismo&lt;/a&gt;. Embora informações sobre o conteúdo nutricional dos alimentos esteja bastante disponível nas embalagens dos alimentos, na internet, em consultórios médicos e em escolas, é evidente que o consumo excessivo de alimentos continua sendo um problema. Devido a diversos fatores sociológicos, o consumo médio de calorias quase quadruplicou entre 1977 e 1995. Porém, a dieta, por si só, não explica o significativo aumento nas taxas de obesidade em boa parte do mundo industrializado nos anos recentes. Um estilo de vida cada vez mais sedentário teve um papel importante. Outros fatores que podem ter contribuído para esse aumento -- ainda que sua ligação direta com a obesidade não seja tão bem estabelecida -- o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estresse" title="Estresse"&gt;estresse&lt;/a&gt; da vida moderna e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sono" title="Sono"&gt;sono&lt;/a&gt; insuficiente.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Gen.C3.A9tica"&gt;Genética&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Como tantas condições médicas, o desequilíbrio metabólico que resulta em obesidade é fruto da combinação, tanto de fatores ambientais quanto genéticos. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polimorfismo_%28biologia%29" title="Polimorfismo (biologia)"&gt;Polimorfismos&lt;/a&gt; em diversos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gene" title="Gene"&gt;genes&lt;/a&gt; que controlam &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apetite" title="Apetite"&gt;apetite&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metabolismo" title="Metabolismo"&gt;metabolismo&lt;/a&gt; predispõem à obesidade, mas a condição requer a disponibilidade de calorias em quantidade suficiente, e talvez outros fatores, para se desenvolver plenamente. Diversas condições genéticas que têm a obesidade como sintoma já foram identificadas (tais como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Prader-Willi" title="Síndrome de Prader-Willi"&gt;Síndrome de Prader-Willi&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Bardet-Biedl" title="Síndrome de Bardet-Biedl"&gt;Síndrome de Bardet-Biedl&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=S%C3%ADndrome_de_MOMO&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Síndrome de MOMO (página não existe)"&gt;síndrome de MOMO&lt;/a&gt; e mutações dos receptores de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leptina" title="Leptina"&gt;leptina&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MC1R" title="MC1R"&gt;melanocortina&lt;/a&gt;), mas mutações genéticas só foram identificadas em cerca de 5% das pessoas obesas. Embora se acredite que grande parte dos genes causadores estejam por ser identificados, é provável que boa parte da obesidade resulte da interação entre diversos genes e que fatores não-genéticos também sejam importantes.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Doen.C3.A7as"&gt;Doenças&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Determinadas doenças físicas e mentais e algumas substâncias farmacêuticas podem predispor à obesidade. Além da cura dessas situações poder diminuir a obesidade, a presença de sobrepeso pode agravar a gestão de outras. Males físicos que aumentam o risco de desenvolvimento de obesidade incluem diversas síndromes congênitas (acima mencionadas), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipotiroidismo" title="Hipotiroidismo"&gt;hipotiroidismo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Cushing" title="Síndrome de Cushing"&gt;Síndrome de Cushing&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Defici%C3%AAncia_do_horm%C3%B4nio_do_crescimento" title="Deficiência do hormônio do crescimento"&gt;deficiência do hormônio do crescimento&lt;/a&gt;. Certas enfermidades psicológicas também podem aumentar o risco de desenvolvimento de obesidade, especificamente &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disfun%C3%A7%C3%A3o_alimentar" title="Disfunção alimentar"&gt;disfunções alimentares&lt;/a&gt; como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bulimia_nervosa" title="Bulimia nervosa"&gt;bulimia nervosa&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Tratamento"&gt;Tratamento&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;O principal tratamento para a obesidade é a redução da gordura corporal por meio de adequação da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dieta" title="Dieta"&gt;dieta&lt;/a&gt; e aumento do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Exerc%C3%ADcio_f%C3%ADsico" title="Exercício físico"&gt;exercício físico&lt;/a&gt;. Programas de dieta e exercício produzem perda media de aproximadamente 8% da massa total (excluindo os que não concluem os programas). Nem todos ficam satisfeitos com esses resultados, mas até a perda de 5% da massa pode contribuir significativamente para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde" title="Saúde"&gt;saúde&lt;/a&gt;. Mais difícil do que perder peso, é manter o peso reduzido. Entre 85% e 95 %, daqueles que perdem 10% ou mais de sua massa corporal, recuperam todo o peso perdido em dois a cinco anos. O corpo tem sistemas que mantêm sua &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Homeostase" title="Homeostase"&gt;homeostase&lt;/a&gt; em certos pontos fixos, incluindo peso. Existem cinco recomendações para o tratamento clínico da obesidade:&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Pessoas com IMC acima de 30 devem ser iniciadas num programa de dieta de redução calórica, exercício e outras intervenções comportamentais e estabelecer objetivos realístas de perda de peso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se os objetivos não forem alcançados, terapia farmacêutica pode ser oferecida. O paciente deve ser informado da possibilidade de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_colateral" title="Efeito colateral"&gt;efeitos colaterais&lt;/a&gt; e da inexistência de dados sobre a segurança e eficácia de tais medicamentos no longo prazo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Terapia farmacêutica pode incluir &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sibutramina" title="Sibutramina"&gt;sibutramina&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Orlistat" title="Orlistat"&gt;orlistat&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fentermina" title="Fentermina"&gt;fentermina&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anfepramona" title="Anfepramona"&gt;dietilpropiona&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fluoxetina" title="Fluoxetina"&gt;fluoxetina&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bupropiom" title="Bupropiom"&gt;bupropiona&lt;/a&gt;. Para casos mais severos de obesidade, medicamentos mais fortes como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anfetamina" title="Anfetamina"&gt;anfetaminas&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metanfetamina" title="Metanfetamina"&gt;metanfetaminas&lt;/a&gt; podem ser usadas seletivamente(somente após consulta prévia ao seu medico responsável)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pacientes com IMC acima de 40 que não alcançam seus objetivos de perda de peso (com ou sem medicamentos) e que desenvolvem outras condições derivadas da obesidade, podem receber indicação para realizarem &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gastroplastia" title="Gastroplastia"&gt;cirurgia bariátrica&lt;/a&gt;. O paciente deve ser informado dos riscos e potenciais complicações.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nesses casos, a cirurgia deve ser realizada em centros que realizam grande número desses procedimentos já que as evidências indicam que pacientes de cirurgiões que os realizam com freqüência tendem a ter menos complicações no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=P%C3%B3s-cir%C3%BArgico&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Pós-cirúrgico (página não existe)"&gt;pós-cirúrgico&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Epidemiologia"&gt;Epidemiologia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;A obesidade caracteriza-se também como um problema de natureza estética e psicológica, além de ser um grande risco para a saúde. Segundo um estudo realizado pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OMS" title="OMS" class="mw-redirect"&gt;OMS&lt;/a&gt;, cerca de 300 milhões de pessoas atualmente são obesas. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nauru" title="Nauru"&gt;Nauru&lt;/a&gt;, ilha no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pac%C3%ADfico" title="Pacífico" class="mw-redirect"&gt;Pacífico&lt;/a&gt; apresenta os maiores problemas de obesidade (80% de sua população sofre de obesidade, sendo que o país onde há mais subnutrição é a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Som%C3%A1lia" title="Somália"&gt;Somália&lt;/a&gt;, onde 75,02% da população passa fome). Países como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barbados" title="Barbados"&gt;Barbados&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EUA" title="EUA" class="mw-redirect"&gt;EUA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; também sofrem de sérios problemas com uma população acima do peso. Nos últimos vinte anos, a América Latina tem atravessado transição epidemiológica, demográfica e nutricional, refletindo em mudanças relacionadas à nutrição. Nessa população, tais alterações estão bem caracterizadas pelos levantamentos que demonstram a passagem da maior ocorrência de desnutrição para a maior ocorrência de obesidade Dá-se a esse fenômeno a denominação de Transição Nutricional 5.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="No_Brasil"&gt;No Brasil&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;De acordo com estudos do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBGE" title="IBGE" class="mw-redirect"&gt;IBGE&lt;/a&gt;, está aumentando o número de pessoas obesas. As pesquisas indicam que há cerca de 17 milhões de obesos no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, o que representa 9,6% da população. Segundo a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Mundial_da_Sa%C3%BAde" title="Organização Mundial da Saúde"&gt;Organização Mundial da Saúde&lt;/a&gt; - OMS, há 300 milhões de obesos no mundo e, destes, um terço está nos países em desenvolvimento. A OMS considera a obesidade um dos dez principais problemas de saúde pública do mundo, classificando-a como epidemia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUP40sWS-I/AAAAAAAAAAk/zKFEKvVU7P4/s1600-h/OBESIDADE+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 196px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUP40sWS-I/AAAAAAAAAAk/zKFEKvVU7P4/s320/OBESIDADE+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401240796992523234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-3410923715781807603?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/3410923715781807603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/obesidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/3410923715781807603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/3410923715781807603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/obesidade.html' title='Obesidade'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUNvEitriI/AAAAAAAAAAc/WTCUtqzBaSA/s72-c/OBESIDADE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7688886577546477764.post-6978616463979021703</id><published>2009-11-06T21:35:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T21:50:38.879-08:00</updated><title type='text'>Bullying</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUKKRApPfI/AAAAAAAAAAM/oIy_8jMWzlo/s1600-h/BULLYINH.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 275px; height: 287px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUKKRApPfI/AAAAAAAAAAM/oIy_8jMWzlo/s320/BULLYINH.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401234499581853170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bullying&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; é um termo&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt; inlgês utilizado para descrever atos de Violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (&lt;i&gt;bully&lt;/i&gt; ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; pela turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;No uso coloquial entre falantes de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa" title="Língua inglesa"&gt;língua inglesa&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; é frequentemente usado para descrever uma forma de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%A9dio_moral" title="Assédio moral"&gt;assédio&lt;/a&gt; interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. O cientista sueco - mas que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; em três termos essenciais&lt;sup id="cite_ref-nces_1-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-nces-1"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;li&gt;o comportamento é agressivo e negativo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;o comportamento é executado repetidamente;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;O &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; divide-se em duas categorias:&lt;span class="reference plainlinksneverexpand" id="ref_nces"&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#nota_nces" class="external autonumber" rel="nofollow"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; direto;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; indireto, também conhecido como &lt;i&gt;agressão social&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;O &lt;i&gt;bullying direto&lt;/i&gt; é a forma mais comum entre os agressores (&lt;i&gt;bullies&lt;/i&gt;) masculinos. A &lt;i&gt;agressão social&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;bullying indireto&lt;/i&gt; é a forma mais comum em &lt;i&gt;bullies&lt;/i&gt; do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;espalhar comentários;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;recusa em se socializar com a vítima&lt;/li&gt;&lt;li&gt;intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima&lt;/li&gt;&lt;li&gt;criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;O &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; pode ocorrer em situações envolvendo a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola" title="Escola"&gt;escola&lt;/a&gt; ou faculdade/&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade" title="Universidade"&gt;universidade&lt;/a&gt;, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADs" title="País"&gt;países&lt;/a&gt;. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (&lt;i&gt;bully&lt;/i&gt;) e a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADtima" title="Vítima"&gt;vítima&lt;/a&gt;. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intimida%C3%A7%C3%A3o" title="Intimidação"&gt;intimidada&lt;/a&gt; para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência. Os atos de bullying configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico mas por desrespeitarem princípios &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o" title="Constituição"&gt;constitucionais&lt;/a&gt; (ex: dignidade da pessoa humana) e o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_Civil" title="Código Civil" class="mw-redirect"&gt;Código Civil&lt;/a&gt;, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de bullying pode se enquadrar também no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_de_Defesa_do_Consumidor" title="Código de Defesa do Consumidor"&gt;Código de Defesa do Consumidor&lt;/a&gt;, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram nesse contexto. &lt;sup id="cite_ref-2" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-2"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Caracter.C3.ADsticas_dos_bullies"&gt;Características dos bullies&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Pesquisas&lt;sup id="cite_ref-brodsky_3-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-brodsky-3"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; indicam que adultos agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Domin%C3%A2ncia_%28biologia%29" title="Dominância (biologia)"&gt;dominar&lt;/a&gt;. Também tem sido sugerido&lt;sup id="cite_ref-ashforth_4-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-ashforth-4"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; que um déficit em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular. Estudos adicionais&lt;sup id="cite_ref-vari_5-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-vari-5"&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt;, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os &lt;i&gt;bullies&lt;/i&gt; sofram de qualquer déficit de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Auto-estima" title="Auto-estima" class="mw-redirect"&gt;auto-estima&lt;/a&gt;.&lt;sup id="cite_ref-bkn_6-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-bkn-6"&gt;[7]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.&lt;sup id="cite_ref-vari2_7-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-vari2-7"&gt;[8]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:&lt;/p&gt; &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."&lt;sup id="cite_ref-tcd_8-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-tcd-8"&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt; &lt;p&gt;O &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Tipos_de_bullying"&gt;Tipos de &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Os &lt;i&gt;bullies&lt;/i&gt; usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Insulto" title="Insulto"&gt;Insultar&lt;/a&gt; a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Espalhar rumores negativos sobre a vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Depreciar a vítima sem qualquer motivo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo &lt;i&gt;bully&lt;/i&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o_sexual" title="Orientação sexual"&gt;orientação sexual&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o" title="Religião"&gt;religião&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnia" title="Etnia"&gt;etnia&lt;/a&gt;, nível de renda, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nacionalidade" title="Nacionalidade"&gt;nacionalidade&lt;/a&gt; ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o &lt;i&gt;bully&lt;/i&gt; tenha tomado ciência.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Isolamento social da vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Usar as &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_da_informa%C3%A7%C3%A3o" title="Tecnologia da informação"&gt;tecnologias de informação&lt;/a&gt; para praticar o &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cyberbullying" title="Cyberbullying"&gt;cyberbullying&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; (criar páginas falsas sobre a vítima em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Site" title="Site"&gt;sites&lt;/a&gt; de relacionamento, de publicação de fotos etc).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chantagem" title="Chantagem"&gt;Chantagem&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Expressões ameaçadoras.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grafitagem depreciativa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o &lt;i&gt;bully&lt;/i&gt; avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Locais_de_bullying"&gt;Locais de &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;O &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Escolas"&gt;Escolas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Em escolas, o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola&lt;sup id="cite_ref-9" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-9"&gt;[10]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Um caso extremo de &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Curtis_Taylor" title="Curtis Taylor" class="mw-redirect"&gt;Curtis Taylor&lt;/a&gt;, numa escola secundária em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Iowa" title="Iowa"&gt;Iowa&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos" title="Estados Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;, que foi vítima de &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Suic%C3%ADdio" title="Suicídio"&gt;suicídio&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_Mar%C3%A7o" title="21 de Março" class="mw-redirect"&gt;21 de Março&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1993" title="1993"&gt;1993&lt;/a&gt;. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jeremy_Wade_Delle" title="Jeremy Wade Delle" class="mw-redirect"&gt;Jeremy Wade Delle&lt;/a&gt;. Jeremy se matou em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_janeiro" title="8 de janeiro"&gt;8 de janeiro&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1991" title="1991"&gt;1991&lt;/a&gt;, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dallas" title="Dallas"&gt;Dallas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Texas" title="Texas"&gt;Texas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica" title="Estados Unidos da América" class="mw-redirect"&gt;EUA&lt;/a&gt;, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (&lt;i&gt;Jeremy&lt;/i&gt;) interpretada por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eddie_Vedder" title="Eddie Vedder"&gt;Eddie Vedder&lt;/a&gt;, vocalista da banda &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estadunidense" title="Estadunidense" class="mw-redirect"&gt;estadunidense&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pearl_Jam" title="Pearl Jam"&gt;Pearl Jam&lt;/a&gt;. Nos anos 1990, os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos" title="Estados Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt; viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Columbine" title="Massacre de Columbine"&gt;massacre de Columbine&lt;/a&gt;). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de &lt;i&gt;bullies&lt;/i&gt; e que somente haviam recorrido à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia" title="Violência"&gt;violência&lt;/a&gt; depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas. Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt;, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares. Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a práctica do &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt;, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a simpatizar com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_civis" title="Direitos civis"&gt;direitos civis&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Discrimina%C3%A7%C3%A3o" title="Discriminação"&gt;discriminação&lt;/a&gt; racial ou de gênero ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%A9dio_moral" title="Assédio moral"&gt;assédio moral&lt;/a&gt;. O &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas), sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Freqüentemente, tais instituições (geralmente em países &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia" title="Ásia"&gt;asiáticos&lt;/a&gt;) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ocidente" title="Ocidente"&gt;ocidentais&lt;/a&gt;), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de &lt;i&gt;tolos educados&lt;/i&gt;, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Local_de_trabalho"&gt;Local de trabalho&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; em locais de trabalho (algumas vezes chamado de "Bullying Adulto") é descrito pelo Congresso Sindical do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido" title="Reino Unido"&gt;Reino Unido&lt;/a&gt;&lt;sup id="cite_ref-tuc_10-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-tuc-10"&gt;[11]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; como:&lt;/p&gt; &lt;dl&gt;&lt;dd&gt;"Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do &lt;i&gt;bully&lt;/i&gt;. E é freqüentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Vizinhan.C3.A7a"&gt;Vizinhança&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Entre vizinhos, o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; normalmente toma a forma de intimidação por comportamento inconveniente, tais como barulho excessivo para perturbar o sono e os padrões de vida normais ou fazer queixa às autoridades (tais como a polícia) por incidentes menores ou forjados. O propósito desta forma de comportamento é fazer com que a vítima fique tão desconfortável que acabe por se mudar da propriedade. Nem todo comportamento inconveniente pode ser caracterizado como &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt;: a falta de sensibilidade pode ser uma explicação.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Pol.C3.ADtica"&gt;Política&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; entre países ocorre quando um país decide impôr sua vontade a outro. Isto é feito normalmente com o uso de força militar, a ameaça de que ajuda e doações não serão entregues a um país menor ou não permitir que o país menor se associe a uma organização de comércio.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Militar"&gt;Militar&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2000" title="2000"&gt;2000&lt;/a&gt; o Ministério da Defesa (MOD) do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido" title="Reino Unido"&gt;Reino Unido&lt;/a&gt; definiu o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; como : "...o uso de força física ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimizar outros, ou para infligir castigos ilícitos". Todavia, é afirmado que o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; militar ainda está protegido contra investigações abertas. O caso das &lt;i&gt;Deepcut Barracks&lt;/i&gt;, no Reino Unido, é um exemplo do governo se recusar a conduzir um inquérito público completo quanto a uma possível prática de &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; militar. Alguns argumentam que tal comportamento deveria ser permitido por causa de um consenso acadêmico generalizado de que os soldados são diferentes dos outros postos. Dos soldados se espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas, e alguns acreditam que o seu treinamento deveria desenvolver o espirito de corpo para aceitar isto. Em alguns países, rituais &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Humilha%C3%A7%C3%A3o" title="Humilhação"&gt;humilhantes&lt;/a&gt; entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados como um "rito de passagem" que constrói o caráter e a resistência; enquanto em outros, o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; sistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode na verdade ser encorajado pela política militar, seja tacitamente ou abertamente (veja &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Dedovschina&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Dedovschina (página não existe)"&gt;dedovschina&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;). Também, as forças armadas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia" title="Rússia"&gt;russas&lt;/a&gt; geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem - com socos e pontapés - dos soldados mais fracos e menos experientes.&lt;sup id="cite_ref-bbcmil_13-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying#cite_note-bbcmil-13"&gt;[14]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="editsection"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline" id="Alcunhas_ou_apelidos_.28dar_nomes.29"&gt;Alcunhas ou apelidos (dar nomes)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Normalmente, uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alcunha" title="Alcunha"&gt;alcunha&lt;/a&gt; (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma verruga ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;DIGA NÃO AO BULLYING !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUKacYx89I/AAAAAAAAAAU/YK1ntxhWHDo/s1600-h/NO+BULLYING.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 250px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUKacYx89I/AAAAAAAAAAU/YK1ntxhWHDo/s320/NO+BULLYING.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401234777513784274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7688886577546477764-6978616463979021703?l=fiquesabeendo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/feeds/6978616463979021703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/bullying.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/6978616463979021703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7688886577546477764/posts/default/6978616463979021703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fiquesabeendo.blogspot.com/2009/11/bullying.html' title='Bullying'/><author><name>Duas pessoas !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02481355407144099207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sfOLqUrEWLs/SvUKKRApPfI/AAAAAAAAAAM/oIy_8jMWzlo/s72-c/BULLYINH.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
